Alguns lenhadores decidiram fazer uma competição: quem cortava mais rapidamente uma grande pilha de lenha. A um sinal, os machados entraram em ação. Para que não houvesse perigo da lenha cortada atingir as pessoas, os lenhadores foram colocados longe um do outro.
O mais jovem deles, de físico avantajado, mas sem prática no ofício, dava golpe após golpe, sem parar. Tinha certeza de sua vitória. Algum tempo depois, sentia que seu rendimento estava declinando. Empreendia ainda mais força. Olhando para os outros lenhadores, via que eles paravam ocasionalmente e passavam algo no machado. Para ele, era sinal de cansaço. E prosseguia à sua maneira.
Ainda faltando muita lenha para cortar, ouviu, surpreso, o sinal do fim da competição. O jovem estava exausto, enquanto os mais idosos não aparentavam estar tão cansados. Surpresa maior foi saber que um daqueles que ocasionalmente parava para mexer no machado foi o vencedor. O jovem foi falar com ele, então, perguntando-lhe o segredo:
-- Filho, não se esqueça de parar para afiar o machado.
No serviço a Deus, muitas vezes somos um jovem lenhador: disparamos a fazer coisas para Deus sem preparar-nos em oração, confiados tão-somente em nossa própria capacidade. Há muitos, ainda, que consideram perda de tempo parar as atividades para orar, pois precisam "mostrar serviço". E o resultado é que até podem conseguir algo, mas com seu próprio esforço, sem a bênção.
Não nos esqueçamos: não é perda de tempo parar para afiar o machado.
Fonte: "Em tudo, uma lição" - E.A.V.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Solidão e silêncio... Necessário!
"Ele, porém, retirava-se para os desertos, e ali orava."
(Lucas 5:16)
Se o Filho, em constante e perfeita conexão com o Pai, sempre cheio do Espírito, preferia os lugares afastados para seus momentos mais íntimos com Deus, que dizer de nós? Será que nossas mentes, tão propensas a deleitarem-se e serem fisgadas pelas distrações dessa nossa sociedade insana, poderiam concentrar-se na esfera celestial em meio à agitação e baderna?
Não creio! Não que isso seja impossível. Ora, em qualquer lugar podemos falar com Deus, ouvi-lo e adorá-lo. Não somos chamados a glorificar a Deus “quer comendo, quer bebendo”? Logo, todos os minutos do nosso dia devem ser dedicados ao Senhor. Não experimentamos o “momento santo” e o “momento profano” em nossas vidas. Tudo deve ser santo. Entretanto, é recomandável que o crente tenha seu lugar de oração, seu deserto, seu quarto fechado para poder conversar com o Pai.
Fonte: (reformados.com.br)
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Dê ouvidos
"E Ele lhes disse: Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto."
Marcos 6:31
* Raquel Queiroz da Costa Arrais
Se você se sente sobrecarregado hoje, não está sozinho. Houve ocasiões em que até Jesus se sentiu assim. Os Evangelhos nos contam que, por vezes, Ele convidava os discípulos a se afastarem das multidões por um breve período de tempo, a fim de descansar. Em meu programa agitado, percebo quanto preciso me retirar, ter quietude por algum tempo. É durante esses momentos que Deus me fala, ilumina meu coração e expõe meus pecados. Preciso realmente das suas palavras de amor e misericórdia quando Ele me corrige. Preciso das Suas palavras de esperança e cura, ao enfrentar meus temores.
Precisamos aprender a confiar na quieta sabedoria que vem de Deus. Devemos aprender a confiar no sussurro do Espírito Santo. Precisamos aprender a nos refugiar na presença de Deus. Quanto mais tempo passarmos em Sua presença, mais perceberemos nossa necessidade de permitir que Ele tenha pleno controle sobre todos os aspectos da nossa vida.
Ao estudarmos a vida de Jesus através dos Evangelhos, aprendemos que Ele tinha um relacionamento profundo com o Pai. Eis o segredo da vida de Jesus: aquelas horas com Deus. Em comunhão com Ele, Jesus tinha tempo para se concentrar em Sua missão e tempo para restauração. Nós também devemos viver na presença do Pai. Mas o que significa isso? Significa separar tempo para passar com Ele. Tudo o mais flui a partir desse relacionamento. Não daquilo que fazemos, mas daquilo que somos nEle.
Durante algumas manhãs, vejo-me assoberbada por tantas responsabilidades, que o "vinde à parte" com Deus é empurrado para mais tarde naquele dia. Mas Deus é tão bom para mim! Ele sempre tem um modo bondoso de me interromper e me chamar para descansar um pouco.
Quando Jesus pronunciou pela primeira vez as palavras do texto de hoje, Ele falava aos discípulos pouco depois de terem recebido a notícia da morte de seu amigo, João Batista. Mas, no contexto da nossa vida, é como se Jesus fizesse um convite pessoal para você e para mim: Venham à parte. Permitam que eu lhes dê repouso.
Repouso. Não é maravilhoso ter um Deus que nos convida a descansar com Ele e nEle? Você está pronto para aceitar Seu convite?
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*Raquel Queiroz da Costa Arrais desenvolveu seu ministério como educadora por 20 anos. Ela tem dois filhos adultos. Sente grande prazer em estar com as pessoas, cantar e tocar piano.
Fonte: Meditação da Mulher - Declaração de Amor - CPB
sábado, 23 de junho de 2012
Rio - Priscila Barreto
Mais uma música na voz de Priscila Barreto.
Pura poesia cantada com voz angelical.
Podem conferir!
Pura poesia cantada com voz angelical.
Podem conferir!
Sobretudo quando chove - Priscila Barreto
Música de Gérson Borges
Interpretação MA-RA-VI-LHO-SA de Priscila Barreto.
Curtam aí:
Interpretação MA-RA-VI-LHO-SA de Priscila Barreto.
Curtam aí:
terça-feira, 19 de junho de 2012
Canções Brasileiras - Rio Amazonas
Rio Amazonas - de Dori Caymmi
Música melancólica, mas linda... e que representa tão bem esse nosso gigante... Brasil.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Metamorfose
Romanos 12:2, NVI
Era verão, e a vegetação luxuriante ao longo da costa do Brasil produzia mangas e cajus, bem como outras exuberantes delícias nativas. A casinha na qual estávamos hospedados era simples, mas confortável. O sol era muito quente, porém uma brisa constante vinha do oceano e aumentava à tarde, refrescando a casa de noite.
Um dia, vi uma lagarta presa à parte interna da janela da cozinha. Que descoberta alegre! Eu podia acompanhar sua metamorfose, passo a passo. Durante os dias seguintes, cuidei das tarefas domésticas regulares e necessárias, mas não me esqueci de espiar a lagarta, de vez em quando.Os dias pareciam passar lentamente, por causa da minha curiosidade e do meu desejo de observar a mudança que ocorreria com a "minha lagarta". Um dia, notei uma mudança na cor; tinha passado para o estágio de crisálida. Que diferença! Minhas visitas se tornaram mais frequentes, pois não queria perder os estágios finais da metamorfose. Após o número necessário de dias para que se completasse o processo, a crisálida se sacudiu, em movimentos repentinos, e depois emergiu dali um inseto - uma linda borboleta. Sorrindo, feliz, eu me sentia vitoriosa. O inseto, vacilante, parecia cansado, e descansou perto da janela. Após o que pareceu uma soneca, a borboleta abriu as asas em breves movimentos e voou pela primeira vez, passando pela janela e subindo alto por sobre o quintal.
Depois de testemunhar essa cena, meditei sobre poder de Deus, que nos pode transformar em outra pessoa. Essa mesma transformação aconteceu com Saul, o primeiro rei de Israel: "O Espírito do Senhor se apossará de você [...] e será um novo homem" (1 Samuel 10.6, NVI).
Aquela borboleta nunca retornou ao estágio de crisálida ou lagarta; infelizmente, porém, Saul voltou a ser o "velho homem". Que fim triste e trágico teve esse rei!
Que conservemos os olhos fixos no Senhor, e que nossa oração, cada dia, seja: "Não me expulses da Tua presença, nem tires de mim o Teu Santo Espírito" (Salmo 51:11, NVI)
*Noemia N. Carvalho é professora aposentada. Trabalhou no sistema educacional estadual no Brasil. Tem dois filhos adultos.
Guia Devocional: Meditação da Mulher - Declaração de Amor - CPB
Adélia Prado
" Não quero faca, nem queijo. Quero a fome."
Sim, eu quero a fome, mas é de justiça, pelos crimes sem solução,
pela falta de vergonha dos políticos dessa nação.
Quero fome de teto para quem não tem...
quero fome de educação, quero fome de consciência, de liberdade com responsabilidade.
Quero a fome de um país disposto a lutar pelos orfãos, pelas crianças abandonadas,
pelos ultrajados, por aqueles que não tem voz.
Quero a fome da razão da mãe que luta todos os dias
para educar com dignidade os seus filhos,
num mundo em que se valoriza mais as coisas do que as pessoas.
Quero a fome de tudo isso, e se isso é utopia,
bendita seja essa utopia, que ainda me faz ter essa fome,
contudo, eu prefiro chamar essa fome de ESPERANÇA.
Adélia Prado
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