terça-feira, 3 de abril de 2012

Amar os inimigos

Uma vez, Jesus vendo as multidões, subiu ao monte e se assentou, e aproximaram-se Dele seus discípulos. Aquele, era um momento de privacidade entre o Mestre e seus seguidores. O Senhor desejava ensiná-los de uma maneira próxima e íntima. Então Ele disse:
--- "Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem."
É chegado o reino dos céus!
Não mais nos basta amar com acepção entre próximos e inimigos. Não basta não guardar ira apenas contra os amigos; mas amarmos até os estranhos que nos fazem mal, e por eles derramar nossas orações.
O Senhor continuou:
--- "... para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e vir chuvas sobres justos e injustos."
Ao ver a natureza precisamos perceber que o exemplo mais comovente já foi dado: cada dia, o Deus de amor agracia os piores malfeitores e injustos. Seu amor não se contém. O sol que brilha cada dia sobre nós é prova de que Deus é amor, de que o Pai celeste é misericordioso!
Não sejamos nós os intolerantes, rancorosos, desejosos de somente apressar o juízo que virá, quando Deus está se derramando em amor.
Leia: Mateus 5.43-48 

Do Guia Devocional "Alimento Diário"

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Davi e Jônatas

Davi e Jônatas

O registro inicial de I Samuel 18 fala da aliança de Davi com Jônatas, filho de Saul. Ali vemos que a alma de Jônatas se ligou com a alma Davi, e Jônatas o amou como a sua própria alma. Jônatas despojou-se de sua capa e a deu a Davi, bem como a armadura, a espada, o arco e o cinto. Esta aliança e união foi importante para Davi, pois Jônatas teve participações importantes para livrar Davi das mãos de seu pai. Por Davi, Jônatas estava disposto a arriscar até mesmo a sua própria vida.
Jônatas fez tudo que lhe era possível para ajudar Davi. Quando soube que seu pai estava decidido a matar Davi, Jônatas intercedeu por ele diante do pai, mostrando-lhe que Davi nada fizera para receber este tipo de tratamento. Convencido por Jônatas, Saul voltou atrás em sua decisão. Jônatas, então, novamente trouxe Davi à  presença de seu pai.

A aliança entre Jônatas e Davi

"Jônatas fez jurar a Davi de novo, pelo amor que este lhe tinha..." 1Samuel 20.17

Passado algum tempo, Saul novamente perseguiu Davi. Davi fugiu e foi a Jônatas, relatando-lhe que seu pai o perseguia e queria matá-lo. Jônatas, porém, insistiu que não era esse o coração de seu pai, pois este lhe falava tudo quanto se passava dentro dele. Desta vez, porém, Saul não falou nada a Jônatas. Davi e Jônatas, então, acertaram entre si alguns detalhes para descobrirem de fato qual era a verdadeira intenção de Saul. Ao mesmo tempo, renovaram a aliança entre eles e sua descendência. Chegando o dia determinado, estando Saul e Jônatas sentados à mesa, Jônatas apresentou-lhe o motivo de Davi não estar presente naquele momento. Acendeu-se a ira de Saul contra Jônatas por ele estar defendendo e ajudando Davi, pois para Saul, Davi era uma ameaça para a continuidade de seu reino. Saul estava preocupado em manter a sua posição e a sua monarquia, e por suas atitudes, podemos concluir que não tinha nenhum interesse pelo reino de Deus e em fazer a vontade de Deus. Suas atitudes demonstram sua imensa ambição.
O ódio de Saul chegou a tal ponto que ele tentou matar seu próprio filho Jônatas, atirando contra ele uma lança. Então Jônatas de fato entendeu que seu pai queria matar Davi, e entristeceu-se muito com isso, e naquela noite nada comeu. No dia seguinte, conforme havia combinado com Davi, foi até o campo. Ali se encontrou com Davi e lhe disse tudo o que ocorrera, e chorando juntos, despediram-se.
Jônatas era realmente amigo de Davi... ele o amava e por isso, se preocupava com Davi. Como precisamos aprender a tomar essas lições que vemos em Jônatas e aplicar em nossa vida hoje!
Para Jônatas, a amizade com Davi estava acima de tudo. Ele não estava preocupado com a continuidade do reino e não buscava seus próprios interesses. Por causa de Davi, Jônatas deixou de comer pão na noite em que seu pai ultrajou Davi. Sua preocupação e tristeza eram tão grandes, que não teve prazer algum em alimentar-se. Este é o verdadeiro jejum. Precisamos ser solidários com nossos irmãos assim como Jônatas era com Davi. Que o Senhor nos leve a amar, não de palavras, mas de fato e de verdade.

"Então se levantou Jônatas, filho de Saul, e foi para Davi a Horesa e lhe fortaleceu a confiança em Deus" 1Samuel 23.16


Jônatas bem sabia que Davi era o ungido de Deus, e que mais cedo ou mais tarde o Senhor o colocaria no trono de Israel. Em 1 Samuel 20, Jônatas fez Davi prometer que usaria para com ele da bondade do Senhor e que "nem tão pouco cortarás jamais da minha casa a tua bondade: nem ainda quando o Senhor desarraigar da terra a todos os inimigos de Davi". Davi realmente cumpriu essa promessa. Depois que Saul e Jônatas morreram, Davi passou a reinar. Tão logo seus inimigos foram derrotados, ele disse: "Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que eu use de bondade para com ele, por amor de Jônatas?(2 Samuel 9.1). Assim que soube da existência de um filho de Jônatas, Davi mandou chamá-lo e disse-lhe que usaria de bondade para com ele, restituindo-lhe todas as terras de Saul; além disso, ele também deveria sempre assentar-se à mesa de Davi para comer.
Essa é mais uma atitude de Davi que contrasta com as atitudes de Saul. Saul era um homem inconstante, que não se importava em cumprir ou não com as suas palavras. Mais de uma vez Saul prometeu que não mataria Davi; todavia, pouco tempo depois voltava a persegui-lo, demonstrando assim que não era digno de confiança. Diante desses dois tipos de pessoa, precisamos considerar nossa condição: nossas atitudes têm demonstrado que somos pessoas confiáveis ou será que temos prometido muito e cumprido pouco? Se duvidamos da nossa capacidade de cumprir o que prometemos, é melhor não prometer nada. Seja qual for a nossa situação atual, o rei Davi continua sendo um exemplo positivo, pois ele era um homem segundo o coração de Deus. Se nós também desejamos agradar a Deus, temos que nos humilhar diante Dele, reconhecendo nossos erros, pedindo perdão e que sejamos sempre pessoas que cumprem  o que prometem.

Jônatas


"Quanto àquilo de que eu e tu falamos, eis que o Senhor está entre mim e ti para sempre" 1Samuel 20.23


Quando lemos a história de Saul e Davi, espontaneamente nos apegamos a Davi, porque desde a sua juventude ele foi alguém muito especial. Davi amava a Deus, e além de confiar, tinha intimidade com Ele. É por isso que no registro de sua vida, com facilidade, percebemos que Davi buscava os interesses de Deus, e Deus cuidava dos interesses de Davi. É claro que Davi também tinha falhas, mas, ainda assim, era um cooperador de Deus, pois O amava.
De Saul nos agrada  recordar o início humilde; todo o restante de sua vida nos serve de advertência, e realmente precisamos temer trilhar seu caminho de soberba e desobediência, que o levou para longe de Deus.
Entre Davi e Saul encontramos alguém também muito especial -- Jônatas. Ele era filho do rei, mas seu coração apegou-se a Davi. Por um lado, como um israelita seguidor dos mandamentos de Deus, Jônatas honrava seu pai; por outro, ele sabia que Davi era o ungido de Deus, escolhido para reinar sobre Israel, e fez tudo o que lhe estava ao alcance para defender Davi do ódio de Saul. A posição de Jônatas era realmente delicada, e talvez somente estando no lugar dele conseguiríamos entender os conflitos que ele deve ter enfrentado. A amizade existente entre ele e Davi nos comove e nos faz recordar as cartas de João que, especialmente, nos descrevem a prática do amor fraternal que deve existir entre todos os filhos de Deus.
O fato de Jônatas fazer uma aliança com Davi a respeito de sua vida e de seus descendentes, indica que Jônatas conhecia bem Davi; e o fato de Davi cumprir a aliança, usando de bondade para com os descendentes de Saul, "por amor de Jônatas", confirma que ele não amava de palavra nem de língua, mas de fato e de verdade.

Do Guia Devocional "Alimento Diário"

domingo, 1 de abril de 2012

O Regador




Seu João era inegavelmente apaixonado pelo que fazia. O amor com que cuidava das plantas e flores fazia dele o melhor jardineiro da cidade. Amava tanto as plantas, que não podia ver nenhuma que estivesse seca sem que fosse providenciar rapidamente um pouco de água para regá-la. Ao sair de casa para cuidar de algum jardim, já levava um regador cheio de água para molhar alguma planta pelo caminho. Sempre que o fazia, seu coração e seu rosto se enchiam de alegria.
Os cristãos deveriam ser como seu João. Cada um de nós, em maior  ou menor intensidade, por vezes sente-se espiritualmente seco, sedento. Nesse momento necessitamos da água viva, do Espírito Santo alcançando-nos. Uma planta seca não necessita de exortações acerca de sua situação; necessita simplesmente de água. Do mesmo modo, quando alguém se sente espiritualmente seco, palavras de correção ou admoestação não o ajudarão muito, pois necessita da água viva que sacia, refrigera e flui por meio do Espírito Santo.
Que o Senhor nos faça como o seu João: por amarmos aos irmãos, possamos ser seus constantes regadores, carregando sempre com a gente palavras cheias de vida, que saciam os sedentos... e nosso coração ficará cheio de alegria!

Do Guia Devocional "Alimento Diário"

sexta-feira, 30 de março de 2012

Josh Groban - You Raise Me Up

Josh Groban - "You Are Loved (Don't Give Up)" [Official Video]

Amor Fraternal

Quando perguntaram ao Senhor Jesus qual era o maior mandamento, Ele resumiu todos os dez mandamentos em apenas dois: Amar a Deus e ao próximo.
Nós cristãos, quando falamos em amor, nos lembramos que Deus é amor. A Bíblia nos afirma: "Deus é Amor!"(1 João 4.16). Deus também é vida. Vida é a essência de Deus e amor é a expressão de Deus.
A  Palavra nos orienta a encher-nos do Espírito, e também nos diz que o Espírito nos vivifica, isto é, nos dá vida. Então, quanto mais nos enchermos do Espírito de Deus e quanto mais comunhão tivermos com Deus, mais vida e amor teremos.
O amor é a expressão da vida de Deus. Quando mais temos dessa vida em nós, mais o nosso amor aumenta e flui.
Precisamos de Deus como vida e amor em nós!
Precisamos do amor de Deus em nós, porque o nosso amor é falho, limitado e condicional. O amor de Deus é incondicional e não se limita pelo fato de alguém ser amável ou não. É deste amor verdadeiro que todos necessitamos!
Quando nos relacionamos com nossos irmãos, facilmente ficamos impacientes ou irados... e muitas vezes deixamos passar despercebida a necessidade de alguém. Quando dizemos que somos irmãos, é necessário perceber a profundidade desta afirmação. Somos de fato irmãos!
E sempre há irmãos que estão atravessando alguma situação adversa. Que temos feito por eles? Temos nos preocupado com o que ocorre com eles? Temos oferecido alguma ajuda? Somos a família de Deus. Isso não é um título que carregamos, mas uma realidade espiritual. Somos irmãos e não há vínculo mais forte do que este: Cristo como a vida está em todos nós(todos que o receberam). Portanto, vivamos esta vida e passemos  a amar de fato e de verdade, produzindo frutos visíveis de nosso amor fraternal!












quinta-feira, 29 de março de 2012

O cego de Jericó

Tempo certo para todas as coisas

Quem ama precisa sentir a dor do próximo?

A humanidade vem sofrendo, e sofrendo muito já faz muito tempo. A dor e o sofrimento faz com que as pessoas tenham reações diferentes nos momentos difíceis da vida. Quem nunca enfrentou angústia, solidão, desprezo, perseguição ou coisa parecida? É justamente nestes momentos de abalo que  uma pessoa precisa de compreensão, bondade, simpatia, acolhimento. A pergunta é: quem vai ser o bom samaritano e ajudar seu semelhante? A vida tem sido dura para muita gente; mas, para muitos só existe o ditado: "Cada um por si e Deus por todos". Será um ditado próprio para os cristãos?
Jesus atendeu as pessoas em suas necessidades, não importando quais fossem... Jesus sempre estava alí para resolver os problemas. Nosso Senhor Jesus foi o mestre na arte de fazer o bem  e demonstrou isso na prática porque exercia  amor em todos os momentos da sua vida: ele amou os seus discípulos; teve compaixão da multidão faminta; atendeu o clamor dos cegos e outros deficientes; teve uma palavra de ânimo para as mães cansadas; atendeu os jovens; e as criancinhas, ele abençoou. Assim, o exemplo do Senhor Jesus, deveria influenciar todo o comportamento da igreja.
Quando olhamos alguns textos do Novo Testamento, logo notamos que os primeiros cristãos foram ensinados em como deviam tratar uns aos outros com amor. Por exemplo: Gálatas 6.2 diz: "Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo... 
Em Filipenses 2.4 lemos: "Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual,  que é dos outros". 
Em 1Coríntios 13.1: "Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou com o címbalo que retine" e ainda: "agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor; estes três, porém o maior destes é o amor". 
Realmente, quem ama sente a dor de seu próximo! O discípulo do amor, João, disse: "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós, devemos dar a vida pelos irmãos".
É! Tanto o Senhor, quanto os apóstolos pregaram que a nossa preocupação deve ser constante por aqueles que nos cercam. Em 1ª João4.7, o mesmo apóstolo disse: "Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus". E no verso 16: "E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor! E aquele que permanece no amor, permanece em Deus e Deus nele.
Vejo que o próprio crescimento da igreja depende da preocupação pela felicidade do próximo. Alguém escreveu o seguinte: Se nos humilhássemos  perante Deus e buscássemos Nele e Dele a bondade e a compaixão, sendo assim, bondosos, corteses, compassivos e piedosos: haveria 100 conversões à verdade, onde agora existe apenas uma". Então, busquemos em Deus o verdadeiro amor e compaixão! Quando o amor de Cristo está no coração e deixamos ele se expandir livremente, nós sentimos a dor do nosso próximo!






quarta-feira, 28 de março de 2012

Apto para a compaixão

Há uma escola na Inglaterra onde se treinam crianças a acostumar-se às condições e dificuldades da vida humana. Um dia aprende-se a vida de um cego, outro a de um surdo, de um mudo, etc. Passa-se em revista as várias situações miseráveis do mundo.
Por turnos, a cada criança é designado um dia para experimentar, por exemplo, a condição de um cego. Vendam os olhos da criança e ela é ajudada em todas as suas necessidades diárias. Assim, cada qual aprende pela experiência, como socorrer os diversos tipos de necessitados.
De fato, sem se viver a necessidade alheia, ou uma situação semelhante, pouco consolo e ajuda podemos proporcionar a outros. Jesus, está apto a compadecer-se de nós, também porque viveu, Ele mesmo, rodeado de fraquezas. Seu ofício resulta da Sua experiência. Ele viveu entre os homens e possuiu um corpo não glorificado, em semelhança do nosso, por isso, quando sofremos as dores dos problemas humanos, Ele não nos despreza ou condena, mas, se compadece de nós e oficia em nosso favor. Nós sofremos; muito mais Ele sofreu. Somos injustiçados; muito mais Ele o foi. Somos rejeitados; Ele foi o mais rejeitados dos homens!
Jesus conhece os sofrimentos humanos não apenas pela onisciência divina, mas, também pela experiência humana. Isso O faz apto a compadecer-se de nós.

Do Devocional Alimento Diário

Águas de março

SÓ TINHA DE SER COM VOCÊ - QUARTETO JOBIM MORELENBAUM












Palavrantiga

Aqui em casa quem gosta mais de rock são meus filhos de 18 e 15 anos. Não que eu não goste, mas, minha opção é mesmo pela música mais calma, mais suave... por isso amo bossa. Mas, uma vez meu filho ficou surpreso ao me ver ouvindo uma banda que  ele não conhecia. A banda era Palavrantiga. Uma banda com letras inteligentes e belas melodias. Aí vai uma canção deles. Essa é bem lentinha... eu acho liiinnda!

Ajudando uns aos outros



A Srª Mão Direita tem cinco filhos que sempre andam com ela.

Chamam-se Polegar, Indicador, Dedo do Coração, Anular e Mindinho.

Os dedos se amam e se ajudam mutuamente.

Diz o Polegar: sou gordo e forte, pois faço os trabalhos duros. Quando guardo um objeto eu ajudo de um lado e meus irmãos do outro. 

Diz o Indicador: sou alinhado e valente. Entro primeiro no bolso escuro e ajudo o polegar a tirar a oferta do bolso. Ajudo-o também a carregar pequenas coisas, um alfinete, por exemplo.

Diz o dedo do coração: sou alto e, estando no meio de todos, ajudo os dois lados.

Diz o anelar: não sou tão forte como o polegar, nem ágil como indicador, mas também faço a minha parte. Posso ajudar a segurar um copo de água para dar a um amigo!

Depois uma voz fraquinha diz: sou pequeno, mas também ajudo. Sou o Mínimo. Veja como ajudo a agarrar o trinco pra abrir a porta.

A Srª Mão Esquerda também tem cinco filhos, e eles têm os mesmos nomes dos filhos da Srª Mão Direita. Também eles trabalham juntos e descansam. Esta família não sabe fazer nada sozinha, mas ajuda muito bem.

Os filhos da Srª Mão Esquerda dizem aos filhos da Srª Mão Direita: 
- Nós os ajudamos a abotoar o casaco, certo?

Os filhos da Srª Mão direita precisavam fazer um embrulho e, não podendo fazê-lo sozinhos, mesmo em cinco, pediram ajuda aos filhos da Srª Mão Esquerda. Alegremente estes os ajudaram. O pacote ficou bonito e todos juntos bateram palmas de alegria. Juntos ofertaram o presente a um amigo.

Quando deixamos alguma coisa cair, muitas famílias de dedos se aproximam para nos ajudar. A do João, a da Maria, etc.

À noite, a Srª Mão Direita junta seus filhos aos filhos da Srª Mão Esquerda e, juntos, em oração, pedem a Deus para os ajudar a estarem sempre prontos a servir aos outros.



--É um texto bem infantil que achei nos meus arquivos, mas, achei muito legal para nos  lembrar mais uma vez da importância de servir.