quarta-feira, 23 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Canções Brasileiras - Gladir Cabral
No Canções brasileiras de hoje... Gladir Cabral... poeta...
nada mais a dizer...
é só ouvir e sentir!
nada mais a dizer...
é só ouvir e sentir!
Canções Brasileiras com o Grupo Grãos da Terra
O Grupo Grãos da Terra transmite a Palavra de Deus com beleza e criatividade... sempre valorizando a cultura brasileira. Dentro desse contexto, surgiu "Banzeira", de autoria de Fabrício Matheus - mais uma pérola que o Grãos da Terra canta, enriquecendo ainda mais a nossa música e engrandecendo o nosso Deus!
Antes da música, eis um relato de Fabrício Matheus:
"Banzeira" carrega consigo um pouco de minhas lembranças, dos tempos em que fazia travessia pela baía do Guajará, saindo de Belém - PA, rumo ao interior do estado. Por diversas vezes, pude observar as pequenas canoas, que com seus paneiros repletos de frutos (predominantemente o açaí), desbravavam os banzeiros (pequenas ondas causadas pelas embarcações), exigindo destreza de quem as conduzia.
Certa vez, tive a oportunidade de conversar com um ribeirinho que vivia deste ofício desde a infância. Quando o questionei sobre as dificuldades da lida, fui surpreendido com uma alegria contagiante. Ele me dizia, que apesar de toda a dificuldade, não conseguiria viver na cidade. Ele gostava do cheiro da floresta, das águas barrentas daquela baía, no qual se banhava pelas manhãs.
Quantas vezes, nesta vida "banzeira", pensamos em desistir, entregar os pontos. Nesses momentos, a graça de Deus torna-se visível - como a feira, que em nossa frente surgia por entre a neblina - e nos traz a esperança necessária para aguardarmos os dias bons. Temos muito o que aprender com os ribeirinhos.
Antes da música, eis um relato de Fabrício Matheus:
"Banzeira" carrega consigo um pouco de minhas lembranças, dos tempos em que fazia travessia pela baía do Guajará, saindo de Belém - PA, rumo ao interior do estado. Por diversas vezes, pude observar as pequenas canoas, que com seus paneiros repletos de frutos (predominantemente o açaí), desbravavam os banzeiros (pequenas ondas causadas pelas embarcações), exigindo destreza de quem as conduzia.
Certa vez, tive a oportunidade de conversar com um ribeirinho que vivia deste ofício desde a infância. Quando o questionei sobre as dificuldades da lida, fui surpreendido com uma alegria contagiante. Ele me dizia, que apesar de toda a dificuldade, não conseguiria viver na cidade. Ele gostava do cheiro da floresta, das águas barrentas daquela baía, no qual se banhava pelas manhãs.
Quantas vezes, nesta vida "banzeira", pensamos em desistir, entregar os pontos. Nesses momentos, a graça de Deus torna-se visível - como a feira, que em nossa frente surgia por entre a neblina - e nos traz a esperança necessária para aguardarmos os dias bons. Temos muito o que aprender com os ribeirinhos.
Banzeira
Bem cedo já faz travessia
Canoa que vem lá da ilha
E traz esperança em paneiros
Os frutos de muitos sustentos
A brisa que dá vez ao vento
O cheiro dos velhos pesqueiros
A vista tão linda da feira
Apartam a tristeza do olhar
E nessa lida banzeira
Remar sempre contra a maré
À espera de encontrar abrigo
Um porto seguro qualquer
Mas, algo novo anuncia
E a gente se enche de fé
A graça de Deus se faz viva
Na vida como ela é.
Brota um sorriso no rosto
Cantigas, um novo louvor
Da força que vem lá do alto
Renasce a esperança e o amor
Desejo pulsante de vida
Na mão que se vê estendida
Nas rodas, festejo e folia
E nessa toada eu vou
Que nessa trilha, poeira
Se equilibrar num só pé
Um canto andeiro anuncia
Ainda há muito a fazer (é tempo de crer)
E no enredo seguido
O samba se mostra no pé
A graça de Deus se faz viva
Na vida como ela é.
***********
"Banzeira"
De: Fabrício Matheus
Por: Grãos da Terra:
Ninho Vazio
"Oh, que me abençoes, que alargues minhas fronteiras!
Que a Tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores."
E Deus atendeu ao seu pedido. 1 Crônicas 4.10
*Nair Costa Lessa
Cresci com oito irmãos e irmãs. Meus tios e tias também tinham muitos filhos, de modo que eu estava acostumada com bastante interação social, e desenvolvi o gosto por ter sempre a casa cheia de gente. Deus me concedeu o privilégio de criar três filhos - duas meninas e um menino -, bem como o prazer de participar do desenvolvimento e da educação de uma filha adotiva. Eu me envolvi completamente com essas quatro crianças por quase três décadas. Quando estavam na idade do ensino médio, foram para um internato cristão, e mais tarde, três deles moraram em casa durante seus estudos universitários.
Foi um período difícil - não posso negar -, mas foi extremamente gratificante poder vê-los desenvolvendo-se no âmbito profissional, tomando decisões que moldam a vida e, pouco a pouco, tornando-se adultos independentes.
Ontem, o último partiu! Fui de quarto vazio em quarto vazio, com lágrimas enchendo os olhos, verificando cada detalhe que fora deixado para trás: livros, fotos, CDs, bonecas, bichos de pelúcia, frascos de perfume, coleções de selos, moedas, medalhas. Deus nos deu o prazer de ver nossos quatro filhos casados, e agora estão espalhados pelo mundo.
Muito obrigada, Senhor, porque me deste o prazer da companhia deles. Os dias foram inesquecíveis, cheios de luzes acesas o tempo todo, música alta, ensaios de grupos musicais, jovens e amigos entrando e saindo a qualquer hora! E tudo passou tão rapidamente!
Olho o lado positivo dessa nova realidade e, sem muito esforço, posso encontrá-lo. Agora tenho mais tempo para o pai dos meus filhos, meu companheiro. Porém, mais do que isso, agora posso cuidar dos "negócios de meu Pai" com mais dedicação. Agora estou mais próxima da minha família da igreja. Peço que meu Pai me prepare para o Seu trabalho, que me fortaleça, me dê amor e humildade para com meus irmãos e irmãs, a fim de poder aprender com eles, assim como aprendi com meus filhos.
Minha oração é a oração de Jabez: que Deus amplie meu horizonte familiar... e aguardo o dia em que estarei junto à grande família na Nova Jerusalém, na eternidade, quando não haverá mais separação.
*Nair Costa Lessa é orientadora educacional aposentada. Dedica-se à família e a causas sociais, e ajuda um lar infantil que dá guarida a meninas. Participa de várias atividades em sua igreja e gosta de ler, escrever, viajar e passar tempo com os filhos e netos.
Adaptado de "Meditação da Mulher - Declaração de Amor" - CPB
Que a Tua mão esteja comigo, guardando-me de males e livrando-me de dores."
E Deus atendeu ao seu pedido. 1 Crônicas 4.10
*Nair Costa Lessa
Cresci com oito irmãos e irmãs. Meus tios e tias também tinham muitos filhos, de modo que eu estava acostumada com bastante interação social, e desenvolvi o gosto por ter sempre a casa cheia de gente. Deus me concedeu o privilégio de criar três filhos - duas meninas e um menino -, bem como o prazer de participar do desenvolvimento e da educação de uma filha adotiva. Eu me envolvi completamente com essas quatro crianças por quase três décadas. Quando estavam na idade do ensino médio, foram para um internato cristão, e mais tarde, três deles moraram em casa durante seus estudos universitários.
Foi um período difícil - não posso negar -, mas foi extremamente gratificante poder vê-los desenvolvendo-se no âmbito profissional, tomando decisões que moldam a vida e, pouco a pouco, tornando-se adultos independentes.
Ontem, o último partiu! Fui de quarto vazio em quarto vazio, com lágrimas enchendo os olhos, verificando cada detalhe que fora deixado para trás: livros, fotos, CDs, bonecas, bichos de pelúcia, frascos de perfume, coleções de selos, moedas, medalhas. Deus nos deu o prazer de ver nossos quatro filhos casados, e agora estão espalhados pelo mundo.
Muito obrigada, Senhor, porque me deste o prazer da companhia deles. Os dias foram inesquecíveis, cheios de luzes acesas o tempo todo, música alta, ensaios de grupos musicais, jovens e amigos entrando e saindo a qualquer hora! E tudo passou tão rapidamente!
Olho o lado positivo dessa nova realidade e, sem muito esforço, posso encontrá-lo. Agora tenho mais tempo para o pai dos meus filhos, meu companheiro. Porém, mais do que isso, agora posso cuidar dos "negócios de meu Pai" com mais dedicação. Agora estou mais próxima da minha família da igreja. Peço que meu Pai me prepare para o Seu trabalho, que me fortaleça, me dê amor e humildade para com meus irmãos e irmãs, a fim de poder aprender com eles, assim como aprendi com meus filhos.
Minha oração é a oração de Jabez: que Deus amplie meu horizonte familiar... e aguardo o dia em que estarei junto à grande família na Nova Jerusalém, na eternidade, quando não haverá mais separação.
*Nair Costa Lessa é orientadora educacional aposentada. Dedica-se à família e a causas sociais, e ajuda um lar infantil que dá guarida a meninas. Participa de várias atividades em sua igreja e gosta de ler, escrever, viajar e passar tempo com os filhos e netos.
Adaptado de "Meditação da Mulher - Declaração de Amor" - CPB
sexta-feira, 18 de maio de 2012
A Pior Mãe do Mundo
Mas pelo menos, eu não sofria só. Minha irmã e meus dois irmãos tinham a mesma mãe tirana que eu. Mamãe insistia em saber exatamente onde estávamos em qualquer hora. Podia se pensar que éramos alguma espécie de criminosos. Ela fazia questão de saber com quem andávamos e o que fazíamos. E insistia que, se disséssemos que íamos sair por uma hora, tínhamos de voltar dentro de uma hora ou antes. Não podia ser uma hora e mais uns minutinhos.
Quase tenho vergonha de contá-lo, mas ela até batia em nós. E não o fazia apenas uma vez, mas todas as vezes que saíamos da linha. Você pode imaginar alguém chegar ao ponto de dar palmadas numa criança, somente porque desobedeceu? Agora você está começando a entender quão cruel ela era realmente.
E ainda não contei o pior. Todas as noites, às nove horas, já devíamos estar na cama. E no dia seguinte, estar de pé, bem cedo. Mesmo nas férias, não podíamos dormir até o meio dia, como faziam nossos amigos. Ah não! Enquanto eles descansavam à vontade no conforto de sua cama, nós éramos forçados a trabalhar lavando a louça, forrando cama, aprendendo a cozinhar e outras coisas ruins. Desconfiávamos que ela ficava acordada de noite, procurando pensar em outras coisas piores para exigir de nós.
Mamãe sempre insistia para que falássemos a verdade, toda a verdade e nada de mentiras.
E ao chegarmos à adolescência, mamãe já estava com mais prática, e nossa vida se tornou quase insuportável. Nada de um namorado chegar à frente da casa e chamar-nos com uma businada. Ficávamos até envergonhados com a sua insistência de que os namorados e amigos tinham de vir à porta nos buscar. Ah, quase me esqueci de contar que, enquanto outros estavam namorando na idade amadurecida de doze ou treze anos, minha mãe quadrada não me deixou namorar antes dos quinze ou dezesseis.
Minha mãe foi realmente um fracasso. Nenhum de seus filhos jamais foi apreendido pela polícia ou divorciado; nenhum deles costuma bater em sua esposa. Cada um dos filhos homens prestou seu tempo de serviço no exército. E quem podemos responsabilizar por sairmos desse jeito? Exatamente – a minha mãe.
Pense só nas coisas que perdemos. Jamais experimentamos drogas e nem bebemos até cair. Nunca tivemos a experiência de quebrar os móveis da nossa universidade, nem incendiamos automóveis. Além de outras mil coisas que alguns de nossos colegas faziam.
Mamãe nos forçou a nos tornamos adultos instruídos, honestos e tementes a Deus. Agora, com a própria experiência como base, estou procurando criar meus próprios filhos. Eu não me preocupo quando eles me acusam de ser cruel. Até fico contente com esta opinião. Porque, como você percebeu, dou graças a Deus que Ele me deu a “PIOR” mãe do mundo.
(Autor desconhecido)
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Saudades de mamãe...
Mamãe, eu tenho uma saudade louca de você…
Quando criança, mal sabia andar
Mais me fazia de duro,
Punha um pé aqui,
Outro ali, caía no chão.
Começava a chorar.
Você assustada, me levantava, me embalava
Fazia caretas para me fazer sorrir.
Mamãe, eu tenho uma saudade louca de você…
Eu me lembro dos brinquedos que brincávamos juntos:
Roda, cabra cega, berlinda, chicote queimado.
Mas o brinquedo que eu mais gostava,
Era o brinquedo de esconder.
Você se escondia atrás de uma porta
E eu a procurava, procurava,
E se não a encontrava
Bastava só fazer beicinho prá chorar,
Você corria a me acariciar.
Mamãe, eu tenho uma saudade louca de você…
Mas um dia… você inventou um novo brinquedo.
Ficou numa cama quieta, sossegada.
Nem falava; foi para dentro de um caixão.
Tomou o carro feio e todo mundo dizia: Sua mãe foi se esconder.
E eu procurei, procurei… fiz beicinho e chorei…
Mas você nunca mais me apareceu.
Fiquei com raiva da brincadeira de esconder.
Mamãe, eu tenho uma saudade louca de você!
(Autoria desconhecida)
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Amor
Aquele menino estava tendo problemas de relacionamento com seus amigos por causa da zombaria que faziam de sua mãe. Ela tinha grandes cicatrizes no rosto, que a deformavam. No início, ele não ligava, mas com o tempo, ele próprio começou a revoltar-se com aquilo.
Depois de mais um dia de zombaria, ele entrou em casa furioso e, gritando, perguntou à mãe:
- Mamãe, por que você tem de ter o rosto assim tão feio?
Ela olhou-o de maneira terna e respondeu:
- Eu sei de um bebê, há alguns anos, que estava dormindo no berço, quando começou um incêndio no quarto onde ele estava. Sua mãe, que estava no pátio, só viu o que estava acontecendo quando o ouviu chorando desesperado. Ela entrou correndo no meio das chamas e pegou o filho. Nesse momento, uma cortina em chamas caiu sobre eles; ela protegeu o menino com o próprio corpo, enquanto o levava para fora e tentava arrancar a cortina que grudara em seu rosto. Filho, esse bebê era você.
Naquele exato instante, a mãe daquele menino, tornou-se a mais linda mulher que podia haver.
Muitas vezes, não valorizamos todo o sacrifício de amor que Jesus fez por nós.
Ele não tinha nenhuma formosura (Isaías 53.2) e foi por todos desprezado. Mas, nós, cristãos, precisamos ter constantemente renovada nossa visão de Sua obra de amor que visa trazer-nos de volta para Ele mesmo, dando-nos a Ele totalmente.
Do Livro: "Em tudo, uma lição" - E.A.V.
"Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não me esquecerei de ti." Isaías 49.15
Depois de mais um dia de zombaria, ele entrou em casa furioso e, gritando, perguntou à mãe:
- Mamãe, por que você tem de ter o rosto assim tão feio?
Ela olhou-o de maneira terna e respondeu:
- Eu sei de um bebê, há alguns anos, que estava dormindo no berço, quando começou um incêndio no quarto onde ele estava. Sua mãe, que estava no pátio, só viu o que estava acontecendo quando o ouviu chorando desesperado. Ela entrou correndo no meio das chamas e pegou o filho. Nesse momento, uma cortina em chamas caiu sobre eles; ela protegeu o menino com o próprio corpo, enquanto o levava para fora e tentava arrancar a cortina que grudara em seu rosto. Filho, esse bebê era você.
Naquele exato instante, a mãe daquele menino, tornou-se a mais linda mulher que podia haver.
Muitas vezes, não valorizamos todo o sacrifício de amor que Jesus fez por nós.
Ele não tinha nenhuma formosura (Isaías 53.2) e foi por todos desprezado. Mas, nós, cristãos, precisamos ter constantemente renovada nossa visão de Sua obra de amor que visa trazer-nos de volta para Ele mesmo, dando-nos a Ele totalmente.
Do Livro: "Em tudo, uma lição" - E.A.V.
"Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta viesse a se esquecer dele, Eu, todavia, não me esquecerei de ti." Isaías 49.15
Para mães e filhos
Já não tenho mais a minha mãezinha que me criou. Sinto muita falta, mas, tenho oportunidade hoje, de ser para meus filhos, o que ela foi para mim... fazer o que ela fez por mim... ensinar o que ela me ensinou - entre tantas coisas, a principal, andar nos caminhos do Senhor!
No dia das mães quis fazer uma postagem em homenagem às mães, mas não deu, pois estava cuidando do meu filhinho menor, que estava adoentado... rs,rs...
Bem, como todos os dias são dias das mães, vou postar durante essa semana, algumas reflexões sobre as mães e seu amor.
Hoje... uma poesia:
Mãe...
uma simples mulher existe, que pela imensidão de seu amor,
tem um pouco de Deus.
Uma simples mulher...
que pela constância de sua dedicação,
tem muito de anjo.
Que sendo moça, pensa com uma anciã...
e sendo velha, age com as forças todas da juventude.
Quando ignorante,
melhor que qualquer sábio, desvenda os segredos da vida...
E quando sábia,
assume a simplicidade das crianças.
Pobre... sabe enriquecer-se com a felicidade dos que ama...
E rica... se empobrece para que seu coração não sangre ferido pelos ingratos.
Forte, entretanto, estremece ao choro de uma criancinha...
E fraca, se alteia como a bravura dos leões.
Viva, não sabemos lhe dar valor...
porque à sua sombra, todas as dores se apagam...
E morta... tudo o que temos, daríamos para vê-la de novo,
e dela receber um aperto de seus braços,
uma palavra de seus lábios!
Não exijam de mim que diga o nome dessa mulher,
se não quiserem que ensope de lágrimas esse álbum...
porque eu a vi passar em meu caminho.
Quando crescerem seus filhos,
leiam para eles essa página...
Eles lhe cobrirão de beijos a fronte,
e dirão que um pobre viajante,
em troca da suntuosa hospedagem recebida aqui,
deixou para todos o retrato de sua própria mãe.
Desconheço o autor.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A mãe que ora
Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas, tu a todas sobrepujas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada. Provérbios 31:28-30
Sharon Michael*
Cedo de manhã, coloquei a bagagem no porta-malas do carro e, com uma oração, parti para a viagem de três horas até o aeroporto. Sentia-me cansada, mas tinha um ótimo livro em áudio e isso me manteria acordada durante o percurso.
Depois de duas horas de viagem, vi um belíssimo cervo. O problema é que ele estava exatamente diante do meu carro! Tentei parar. Toquei a buzina - tudo inútil. Por infelicidade, aquela maciça criatura morreu instantaneamente. Fiquei assustada, mas grata por ainda estar viva. Meu carro anunciava os danos, enquanto várias luzes se acendiam no painel e uma fumaça saía por baixo do capô.
Dentro de minutos, as luzes da polícia rodoviária surgiram atrás de mim. Um bondoso policial me acalmou enquanto tomava minhas informações. Pouco depois, o motorista do caminhão-guincho me informou que meu carro havia sofrido perda total.
Eu me encontrava a duas horas de casa e a uma hora do aeroporto. Eram 3h15 da manhã - eu devia dizer da noite - e não sabia onde estava nem quem estaria acordado àquela hora para me auxiliar. Esperei até às 6 horas e então telefonei para minha mãe. Não lhe contei sobre o acidente, mas casualmente lhe perguntei se ela acabava de acordar. Como é seu hábito, ela contou que havia levantado no meio da noite para orar por mim. E então lhe perguntei quanto ao horário em que ela teria levantado. Foi a hora do meu acidente! Quando lhe contei que, naquele momento, o carro havia sofrido perda total, tive certeza daquilo que já sabia: foram as orações da minha mãe que me preservaram a vida.
Sou muito abençoada por ser filha dessa mulher incrível que vive ajoelhada. Eu me levanto e lhe chamo ditosa.
Sim, Jesus ouve as orações. Jesus ouve as orações das mães.
À medida que o Espírito sugere, ore por aqueles a quem você ama. Creio que estamos vivendo nos últimos dias deste mundo desmantelado, e nossas orações são necessárias agora, mas do que em qualquer outro tempo. É importante que todos os cristãos orem muito. É muito importante que as mães orem sempre... e que todas as mulheres, independentemente da idade, passem tempo em oração.
Pense no quanto isso faz diferença!
*Sharon Michael é médica da família na Pensilvânia. Gosta de ler, escrever e viajar. Também gosta de ensinar mudança de estilo de vida a seus pacientes e de passar tempo com os pais, sobrinhas e sobrinhos.
Fonte: Meditação da Mulher - Declaração de Amor - CPB
Olhei e vi mulheres curvadas,
As faces contritas e mãos espalmadas,
Como a si mesmas a Deus ofertando,
E bençãos ao Pai dos céus suplicando.
São santas mulheres a Deus procurando.
São mães de joelho sua face buscando.
Ao Pai oferecem a vida dos filhos,
Para que andem nos seus santos trilhos.
Imitam a Ana em seu nobre exemplo,
Dobrando os joelhos em seu santo templo;
Pedindo um filho, e vindo a concebê-lo,
Ofertá-lo ao seu Deus com amor e com zelo.
Em seus corações querem vê-los libertos,
Do mundo perverso e com olhos abertos,
Descubram a bênção de ao Senhor servir,
e àqueles sem fé seu amor repartir.
Ó Deus e Pai, ouve as mães suplicantes!
Responde aos anseios do amor anelante.
Que filhos e filhas vencendo o malino,
Tenham um santo viver, puro e digno.
Preserva, Senhor estes filhos dos crentes,
que enfrentam o mundo; audazes, valentes.
Que nunca desvalem na lama dos vícios,
Que enganam os jovens com seus artifícios.
Que possam ser bençãos, e bençãos constantes,
E tendo ao dispor uma vida abundante.
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