terça-feira, 5 de junho de 2012
CASAMENTO NÃO É O SEPULTAMENTO DA NOSSA INDIVIDUALIDADE
Individualidade e mutualidade.
Individualidade – respeito consigo mesmo.
Mutualidade – respeito com os outros.
O equilíbrio entre individualidade e mutualidade é um desafio permanente na vida de um casal (liberdade e compromisso).
Isto porque é difícil construir uma relação em que os aspectos saudáveis de cada um se completam, onde um e outro possam ser o que são, coexistindo duas individualidades numa parceria.
Carl A. Whitakar, diz que: “quanto mais você é livre para ficar com os outros, especialmente com o seu cônjuge, mais você se sente livre consigo mesmo”. A questão é: Qual é o grau de liberdade e independência necessário para que a relação continue viva e abrigue possibilidades de desenvolvimento pessoal?
Verdades que todo casal precisa saber sobre individualidade e mutualidade:
1-Deus criou o homem carente de relacionamento, com ânsia de se juntar e não passar a vida sozinho (Gn 2.18; Ec 4.9-13).
2-Casamento não é uma chamada para o encarceramento, prisão ou escravidão, no sentido de perda total de liberdade e de individualidade. A unidade do casal não pode ser doentia. No amor não há sentimento de possessividade.
3-Se uma pessoa é dominadora (possessiva) e tolhe a liberdade do parceiro, o companheirismo deixa de existir. À medida que o amor cresce, também crescem a liberdade, a responsabilidade e o próprio amor.
4-O equilíbrio entre a proximidade e a liberdade de cada indivíduo é uma das características mais importantes da completude.
5-Casamento problemático é aquele em que uma das partes enxerga as horas de separação, a individualidade e o espaço como ameaças. Para essa pessoa, a individualidade significa falta de amor e descaso. Ela só se sente amada quando está ao lado do outro.
6-O casal deve estar atento para o perigo de usar a liberdade de modo destrutivo. Adão e Eva usaram a liberdade para pecar contra Deus. O apostolo Paulo fala sobre isso: “ Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outro mediante o amor. Toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”. (Gl 5.13,14).
7-Não podemos usar nossa liberdade para satisfazer nosso egocentrismo.
8-Cada casal deve encontrar um grau de individualidade com sabedoria para que nenhum dos dois sofra.
9-A Bíblia diz: “Ame o próximo como você ama a si mesmo” (Mc. 12.33). Ao exercer a sua individualidade, não deixe de ver como a sua liberdade está afetando a pessoa que você ama. Você gostaria de ser tratado com desrespeito? Lembre-se, respeito gera respeito!
segunda-feira, 4 de junho de 2012
O louvor na criação
Na criação, enquanto Deus realizava a Sua obra magistral e arquitetônica, “lançando os fundamentos, colocando as medidas e estendendo o cordel sobre a terra”, havia… música! O livro de Jó registra que as “estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam e rejubilavam todos os filhos de Deus” (Jó 38:4-7) — quem sabe, na eternidade, saberemos como era esse cântico. Mesmo assim, ainda hoje é possível imaginar que tenha sido algo muito grandioso e marcante, pois, o próprio Deus fez questão de relatar isso para Jó. Deus poderia tê-lo ocultado. A música “acompanhou” o ato da criação: louvores, cânticos alegres, júbilo e todo tipo de “música” celestial aconteceu enquanto Deus lançava os fundamentos da terra. E como Deus apreciou aquela música! Ele não disse: “Eu criei a terra em silêncio”. Não, Ele mencionou que havia música, cânticos de louvor e júbilo de Seus “filhos”, os anjos, enquanto Ele realizava a obra. É interessante notar que Deus não menciona “o universo” ou “os céus” para Jó. Por que, precisamente, é mencionado “a terra” e não todas as coisas criadas de modo geral? E por que há o louvor dos filhos de Deus justamente nesse momento específico? Porque Deus criou a terra para o homem! Tudo o que Ele fez foi com vistas ao cumprimento do Seu plano eterno. Deus “criou os céus, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele” (Zacarias 12:1). Os céus são para a terra, a terra é para o homem e este, com um espírito, para conter Deus. Não é de admirar que os anjos O louvassem naquele momento. Provavelmente estariam dizendo: “Aleluia! Deus criou os céus, fundou a terra e nela vai criar o homem à Sua imagem e semelhança! Aleluia! Glória ao Criador! Aleluia!” Louvemos ao Senhor por Sua magnífica obra de criação e, principalmente, porque estamos incluídos nela. Aleluia!
Luís Eduardo Corbani (Maestro, compositor e arranjador)
Luís Eduardo Corbani (Maestro, compositor e arranjador)
Hinos Clássicos
É curioso notar que usamos com frequência a palavra “clássico” quando classificamos uma obra artística, ou designamos uma espécie de “categoria” a que pertence a obra. Dizemos: “este livro é um clássico!” ou ainda, “esta música é clássica, não popular”. Da mesma maneira, denominamos certos hinos cristãos, como “hinos clássicos”. No entanto você já se perguntou o que significa, em termos valorativos, essa designação? Que torna uma obra um “clássico”? Uns pensam em hinos compostos há muitos anos, por autores famosos e estrangeiros, que “merecem” receber essa “posição”. Assim, reservam a esses hinos um lugar bem elevado na hinódia cristã, mais para ser reverenciados do que usados nas reuniões cristãs ou mesmo no cotidiano. Outros já são condicionados a pensar que “hino clássico” é antiquado, retrógrado e conservador. A frase desses geralmente é: “Hino clássico é coisa do passado! É música para os velhos…”, ou coisa parecida. Será?
O dicionário Aurélio nos traz duas definições bastante esclarecedoras da palavra “clássico”: “3. Da mais alta qualidade, modelar, exemplar” [...] e “4. Cujo valor foi posto à prova; tradicional, antigo”.
John Nelson Darby, reconhecido mestre cristão e autor de hinos do século XIX escreveu no prefácio do hinário inglês “The Little Flock” (O Pequeno Rebanho, 1881) que “três coisas são necessárias para um hino: (1) base na verdade e no ensinamento saudável, (2) espírito poético, embora não seja poesia propriamente dita, e (3) entendimento experimental da verdade na área afetiva. [...] Os hinos devem ser simples, cheios de Cristo e do amor do Pai e, em certa medida, elevados, de maneira que não sejam mera prosa”. Podemos ver por essas breves definições que o mais importante no hino, independente da época em que foi escrito, é seu conteúdo espiritual. Além disso, sua melodia deve ser expressiva e coerente com o texto, com forma equilibrada. O estilo do hino também é muito importante, pois trata-se de sua identidade ‑ “ritmos da moda” e musicas fáceis, com certeza, tornam um hino transitório e de qualidade inferior.
Vemos, portanto, que um hino “clássico”, ao contrário do que pensamos, não é obsoleto, antiquado ou ultrapassado. Antes, é profundo em qualidades, elevado em conteúdo, renovador e sempre atual, capaz de suprir os filhos de Deus por várias gerações, sem que suas riquezas sejam esgotadas, pois, quanto mais é cantado, mais novo se torna. Um hino dessa categoria possui, intrinsicamente, o próprio Cristo, rico, amplo e abrangente!
Por: Luís Eduardo Corbani ( Maestro, compositor e arranjador)
O dicionário Aurélio nos traz duas definições bastante esclarecedoras da palavra “clássico”: “3. Da mais alta qualidade, modelar, exemplar” [...] e “4. Cujo valor foi posto à prova; tradicional, antigo”.
John Nelson Darby, reconhecido mestre cristão e autor de hinos do século XIX escreveu no prefácio do hinário inglês “The Little Flock” (O Pequeno Rebanho, 1881) que “três coisas são necessárias para um hino: (1) base na verdade e no ensinamento saudável, (2) espírito poético, embora não seja poesia propriamente dita, e (3) entendimento experimental da verdade na área afetiva. [...] Os hinos devem ser simples, cheios de Cristo e do amor do Pai e, em certa medida, elevados, de maneira que não sejam mera prosa”. Podemos ver por essas breves definições que o mais importante no hino, independente da época em que foi escrito, é seu conteúdo espiritual. Além disso, sua melodia deve ser expressiva e coerente com o texto, com forma equilibrada. O estilo do hino também é muito importante, pois trata-se de sua identidade ‑ “ritmos da moda” e musicas fáceis, com certeza, tornam um hino transitório e de qualidade inferior.
Vemos, portanto, que um hino “clássico”, ao contrário do que pensamos, não é obsoleto, antiquado ou ultrapassado. Antes, é profundo em qualidades, elevado em conteúdo, renovador e sempre atual, capaz de suprir os filhos de Deus por várias gerações, sem que suas riquezas sejam esgotadas, pois, quanto mais é cantado, mais novo se torna. Um hino dessa categoria possui, intrinsicamente, o próprio Cristo, rico, amplo e abrangente!
Por: Luís Eduardo Corbani ( Maestro, compositor e arranjador)
Homofobia???
Aluna expulsa por praticar lesbianismo acusa colégio de "homofobia".
Jovem exige R$ 50 mil de indenização de escola adventista
A estudante Arianne Pacheco Rodrigues, 19 anos, entrou com uma ação judicial contra o Instituto Adventista Brasil Central (IABC), um colégio interno em Planalmira, distrito de Abadiânia, no interior de Goiás. Expulsa da escola por prática de lesbianismo, a ex-aluna alega ter sido vítima de “homofobia”.
O fato aconteceu em novembro de 2010. A diretoria da escola havia descoberto um envolvimento sexual entre duas alunas, que já estavam cientes das normas religiosas da instituição particular. Após reunião com a comissão disciplinar, os pastores e professores que analisaram cartas de amor trocadas entre as alunas decidiram que elas deveriam ser expulsas imediatamente.
A ex-aluna, que se diz “traumatizada”, entrou com um processo contra a escola logo em seguida, exigindo R$ 50 mil de indenização por “danos morais”. O caso está em andamento na Justiça.
Ariane, que hoje vive confortavelmente com a mãe em Orlando, nos Estados Unidos, não abre mão da ação judicial.
A reportagem do Fantástico foi até Orlando para conversar com as duas e divulgar a “tortura psicológica” supostamente sofrida por Arianne, que se diz vítima de “homofobia”.
O Fantástico quis conhecer a posição da escola, com motivação supostamente imparcial, o colégio negou as acusações de “homofobia” lançadas pela ex-aluna e divulgada pela Globo. Wesley Zukowski, diretor da escola adventista, respondeu: “A verdade é que ela infringiu uma regra clara da escola e, por isso, recebeu a sanção do afastamento, a questão da intimidade sexual. O afastamento do aluno independente se é um relacionamento homossexual ou heterossexual. Ele recebe a mesma conseqüência”.
O colégio considera como faltas graves o uso de droga, armas e o ato sexual, aplicando, como punição, o desligamento imediato do aluno.
Por que os colégios religiosos não deveriam ter liberdade de aplicar normas de boa conduta moral?
A aluna que foi expulsa já conhecia as regras. Mesmo assim, de modo deliberado e persistente, as infringiu.
A oposição aos atos homossexuais não é uma atitude restrita aos adventistas, aos evangélicos em geral ou aos católicos. Pesquisa de instituto ligado ao PT apontou, em 2009, que a maioria da população do Brasil se opõe, em menor ou maior grau, ao homossexualismo.
Em vez de respeitar os sentimentos da maioria da população, o governo petista prefere impor sua própria opinião ideológica pró-homossexualismo. Nesse aspecto, a Globo e outros grandes veículos de comunicação andam de braços dados com o governo, igualmente impondo sobre a população uma visão homossexualista elitista, frontalmente contrária aos sentimentos do Brasil.
E agora deixam claro que, usando e abusando de casos isolados, aplicarão o mesmo bullying ideológico em instituições religiosas particulares.
Com informações do G1 da Globo.
(Julio Severo)
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Comunicação no Lar
O homem é um ser social, não pode viver sozinho... sem relacionamentos com os outros, ele morre. Daí a família, as vilas, as cidades. Mas, também sabemos que o homem tem dificuldade em viver em sociedade... Já disse Paul Sartre: "O inferno é o outro".
É na família, o núcleo mais íntimo de relacionamentos, que se fazem as feridas mais profundas.
O ser humano foi criado para a união, para a comunhão. Com o pecado houve a quebra da unidade e o homem passou a viver em desunião, separado de Deus e dos seus semelhantes. Mas, é a vontade de Deus que vivamos em união, em comunhão uns com os outros, que vivamos em família, unidos, como Ele o é na trindade.
Já que nos relacionamos e necessitamos de relacionamentos, uma boa comunicação é indispensável, essencial.
-O que é comunicar?
Comunicar é mais que diálogo, é mais que falar. É quando eu falo e você entende o que eu quero dizer.
Para uma boa comunicação precisamos partir dos seguintes pontos:
* Você pode ser e pensar diferente de mim.
*Você pode expressar com liberdade o que está pensando ou sentindo.
* Eu vou ouvir você. Vou ouvi-lo com atenção amorosa e tentar compreendê-lo. Tiago 1.19
*Da minha parte eu vou falar a verdade com amor. Efésios 4.15
*Vou falar espontânea e francamente, aguardando o momento apropriado para tal.
(Espere uma reação forte no início de uma comunicação aberta).
Outros dois pontos importantes para uma boa comunicação são:
* Comunique positivamente...
Seja um encorajador. A grande maioria das pessoas reage melhor ao elogio do que à crítica; com muitas críticas repetidas, é fácil desanimar e perder a esperança de um relacionamento rico e profundo.
Tempere suas palavras com sal, não seja sem sabor, insípido. Não seja seco. Saiba falar. Seja verdadeiro, mas fale com gentileza. Por exemplo, se seu filho não executou bem uma tarefa que lhe foi pedida, não diga: "Você faz tudo errado, não faz nada direito" ou "Você é um burro"ou "Você é um desastrado". Mas, diga: "Você pode fazer melhor, você tem capacidade para isso" ou " Sei que dá próxima vez você vai acertar" ou "Sei que da próxima vez você vai fazer melhor" ou ainda : "Você pode ser mais atencioso" ou " Você pode ser mais cuidadoso".
Viu a diferença? Você não deve atacar, nem ofender a pessoa, mas, deve sempre referir-se ao ato, dizendo sempre: "Você não executou isso corretamente", ou "você não fez isso tão bem, mas, sei que pode fazer melhor". É a atitude, que deve ser alvo de crítica construtiva, e não a pessoa ser atacada.
Fale positivamente, com sinceridade e toque (Todos precisam de um abraço de vez em quando).
A ansiedade no coração deixa o homem abatido, mas a boa palavra o alegra. Provérbios 12.25
Só uma curiosidade: Os homens, em geral, têm mais dificuldade de expressar a sua afetividade, em demonstrar o que apreciam.
Segundo uma pesquisa publicada na Revista Veja de Agosto de 99:
75% das vezes, é a mulher quem aponta problemas conjugais.
65% dos homens rejeitam críticas e reclamações das mulheres.
*Cultive o bom humor...
Mantenha um clima alegre em seu lar. Aprenda a descontrair, a relevar e rir. O senso de humor ajuda a colocar os fatos numa perspectiva adequada. Ajuda-nos a não fazer uma tempestade num copo d'água.
E lembre-se: "O riso é a menor distância entre duas pessoas".
Toda família é preciosa
Porém eu e a minha família serviremos a Deus, o Senhor. Josué 24.15 NTLH
*Lyn Welk Sandy
Nos relatos de vida familiar registrados na Bíblia, vemos uma representação de Jesus e Seu amor por nós, Seus filhos. Como é triste o fato de que o pecado tenha destruído a felicidade já bem no início deste mundo. Sem dúvida, Adão e Eva amavam um ao outro e aos filhos com os quais foram abençoados. É trágico que um filho tenha sentido tanta amargura contra seu irmão a ponto de matá-lo. O relato bíblico conta que, primeiro, Caim se afastou de Deus e permitiu que a ira e a amargura entrassem em sua mente e seu coração. Deus quis ajudá-lo. Mas ele O rejeitou.
O pecado sempre introduz cunhas entre as pessoas - incluindo, infelizmente, as famílias. Essas barreiras podem ser ciúme, ódio, censura ou uma lista infinita de outros problemas. Satanás tem como alvo as famílias, para dividir e debilitar aquilo que Deus desejava que fosse forte. Você pode conhecer lares na comunidade e na igreja, ou lamentavelmente entre seus próprios familiares, nos quais o amor e o perdão deixaram de existir.
Assim como Adão e Eva, alguns pais criaram os filhos de modo a que conhecessem Jesus, mas, viram mais tarde, seus filhos se voltarem contra a igreja e perderem a fé na Palavra de Deus. Muitas vezes, os filhos mudam seu modo de encarar a vida e os outros, e isso pode afetar a forma de instruir espiritualmente os próprios filhos.
Você já teve um fardo espiritual no coração, relacionado com alguma pessoa? Na maioria dos casos, essas circunstâncias estão fora do seu controle, mas tem o poder de trazer sombras e de minar a energia e a felicidade da sua vida. Sendo nossos filhos e netos tão preciosos para nós, mais do que qualquer coisa desejamos que estejam preparados para encontrar Jesus. Anime-se e obtenha conforto com as promessas de Deus, pois Ele disse:"Eu nunca os deixarei e jamais os abandonarei" (Hebreus 13.5 NTLH). Isso significa que precisamos incluir Jesus em cada pensamento e momento de ansiedade, relacionado com preciosos membros da família.
Nosso Pai celeste compreende o coração dolorido dos pais. Ore diligentemente para que o Espírito Santo atue na vida de seus filhos, a fim de que encontrem paz ao aceitar Jesus como Salvador, o único que pode acabar com a amargura, promover o perdão e restaurar relacionamentos avariados e corações feridos.
*Lyn Welk Sandy é de Adelaide, Austrália, tem quatro filhos e doze netos. Passou muitos anos tocando órgão de tubos na igreja. Gosta de música sacra e trabalha com coral. Gosta de fotografar e de viajar pelo sertão australiano com o esposo. Ajuda famílias de refugiados sudaneses.
Meditação da Mulher - Declaração de Amor - CPB
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Cuidando da mamãe
"Antes de clamarem, Eu responderei; ainda não estarão falando, e Eu os ouvirei. Isaías65.24, NVI
*Ginger Bell
Em nossa vida acontecem coisas através das quais podemos ver a guia de Deus, mas em alguns dias podemos vê-la melhor do que em outros.
Vários anos após o falecimento do meu pai, mamãe perdeu a visão central devido à degeneração macular. Darlene, uma amiga dela, havia acabado de perder o esposo. Ao saber da perda de visão de mamãe, Darlene decidiu ir morar com ela, para fazer-lhe companhia. Esse arranjo ajudou a ambas. Darlene não queria morar sozinha, e mamãe não podia mais continuar com seus passatempos de ler e fazer acolchoados, de modo que Darlene lia para ela, e as duas gostavam da companhia uma da outra. Isso foi uma bênção para ambas.
Oito meses mais tarde, uma amiga minha, Krystal, que enfrentava o divórcio, passou pelo meu escritório para contar que desejava voltar para a área metropolitana e fazer um curso para se tornar massoterapeuta. Mas não contava com recursos para fazê-lo. Depois de discutir um pouco a questão, achei que talvez Krystal pudesse mudar-se para apartamento do andar de baixo da casa da mamãe, e cuidar tanto dela quanto de Darlene, cuja saúde se deteriorava. Mas, primeiro, eu precisava falar com mamãe e meus irmãos sobre isso. Kristal e eu tínhamos orado juntas, e ela estava para sair quando o telefone tocou. Pedi que ela esperasse, pois era um dos meus irmãos. Ele estava na casa de mamãe, e Darlene havia acabado de anunciar que se mudaria para uma instituição que cuida de idosos. "O que vamos fazer com a mamãe?" perguntou ele. "Ela não pode morar sozinha." Contei-lhe que alguém estava no meu escritório e precisava de um lugar para morar. Ela poderia morar no apartamento da parte de baixo da casa de mamãe, de graça, e ganhar um salário em troca dos cuidados que prestaria à nossa mãe! Mais duas bênçãos para este caso: Alguém para cuidar de mamãe, na casa dela, e um lugar onde Krystal pudesse morar e estudar. A quarta bênção, foi que Darlene saiu no mesmo dia em que Krystal se mudou para lá - e nenhuma sabia da agenda da outra.
Todas essas bênçãos relacionadas com minha mãe, aconteceram antes que orássemos a respeito! Deus conhecia a necessidade e apresentou a resposta a três mulheres maravilhosas, que puseram toda a sua confiança e fé no Deus poderoso a quem servimos. Que Deus tremendo!
*Ginger Bell reside no Colorado. É uma cristã casada, tem dois filhos e quatro netos. Gosta de jardinagem, leituras e de escrever.
Meditação da Mulher - Declaração de Amor - CPB
*Ginger Bell
Em nossa vida acontecem coisas através das quais podemos ver a guia de Deus, mas em alguns dias podemos vê-la melhor do que em outros.
Vários anos após o falecimento do meu pai, mamãe perdeu a visão central devido à degeneração macular. Darlene, uma amiga dela, havia acabado de perder o esposo. Ao saber da perda de visão de mamãe, Darlene decidiu ir morar com ela, para fazer-lhe companhia. Esse arranjo ajudou a ambas. Darlene não queria morar sozinha, e mamãe não podia mais continuar com seus passatempos de ler e fazer acolchoados, de modo que Darlene lia para ela, e as duas gostavam da companhia uma da outra. Isso foi uma bênção para ambas.
Oito meses mais tarde, uma amiga minha, Krystal, que enfrentava o divórcio, passou pelo meu escritório para contar que desejava voltar para a área metropolitana e fazer um curso para se tornar massoterapeuta. Mas não contava com recursos para fazê-lo. Depois de discutir um pouco a questão, achei que talvez Krystal pudesse mudar-se para apartamento do andar de baixo da casa da mamãe, e cuidar tanto dela quanto de Darlene, cuja saúde se deteriorava. Mas, primeiro, eu precisava falar com mamãe e meus irmãos sobre isso. Kristal e eu tínhamos orado juntas, e ela estava para sair quando o telefone tocou. Pedi que ela esperasse, pois era um dos meus irmãos. Ele estava na casa de mamãe, e Darlene havia acabado de anunciar que se mudaria para uma instituição que cuida de idosos. "O que vamos fazer com a mamãe?" perguntou ele. "Ela não pode morar sozinha." Contei-lhe que alguém estava no meu escritório e precisava de um lugar para morar. Ela poderia morar no apartamento da parte de baixo da casa de mamãe, de graça, e ganhar um salário em troca dos cuidados que prestaria à nossa mãe! Mais duas bênçãos para este caso: Alguém para cuidar de mamãe, na casa dela, e um lugar onde Krystal pudesse morar e estudar. A quarta bênção, foi que Darlene saiu no mesmo dia em que Krystal se mudou para lá - e nenhuma sabia da agenda da outra.
Todas essas bênçãos relacionadas com minha mãe, aconteceram antes que orássemos a respeito! Deus conhecia a necessidade e apresentou a resposta a três mulheres maravilhosas, que puseram toda a sua confiança e fé no Deus poderoso a quem servimos. Que Deus tremendo!
*Ginger Bell reside no Colorado. É uma cristã casada, tem dois filhos e quatro netos. Gosta de jardinagem, leituras e de escrever.
Meditação da Mulher - Declaração de Amor - CPB
terça-feira, 29 de maio de 2012
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