quinta-feira, 14 de junho de 2012

Falando de Música

Uma vez ouvi uma pessoa dizer que "quem não é médico, não pode discorrer sobre Medicina e alguém que não cursou a advocacia não tem autoridade para falar de Direito, mas... leigos insistem em falar sobre música".   É verdade que Medicina e Direito são duas áreas que requerem muito estudo, assim como a música; só que com a música é diferente. A música pode ser tocada e pode tocar o mais simples e inculto indivíduo.
 Sempre digo aos meus filhos que não gosto de discorrer sobre assuntos que não domino. Mas, a música, sendo algo tão especial, merece algumas considerações, embora desconheça seus fundamentos ou seus elementos.
A música tem uma "linguagem" universal. A pessoa mais simples, de pouco estudo, ou mesmo analfabeta, pode "entender" uma música, pode senti-la e compartilhar com o próximo um pouco do benefício que obteve ao ouvi-la.
A música também tem um poder incrível. Pode ser usada para o bem e para o mal. Quando paramos para refletir sobre as diversas músicas que existem, vemos que há todo tipo de música. Música para simples entretenimento e música para profunda  reflexão. Há músicas que agregam os mais altos valores... outras incitam à violência ou à uma sexualidade leviana. Há aquela que acalma, equilibra, traz paz... harmoniza. Há outras que nos alegram, nos encorajam, nos dão esperança! Algumas enaltecem valores como amizade, amor, sinceridade, etc. Há a música que inspira, eleva... engrandece a Deus.
Esse poder que a música tem sempre me impressionou. Seu poder de transmitir e de deixar algo "impresso" em nós é algo que acontece, às vezes, sem percebermos... e acontece com todos: aqueles que entendem muito de música e aqueles que são leigos (como eu). Em minha vida, ela é fundamental... para me acalmar, quando estou estressada; para me equilibrar, quando parece estar tudo fora do lugar; para me encorajar a seguir o caminho que Deus traçou para mim. Mas, acima disso tudo, a música tem um papel enorme em minha vida porque com ela eu posso louvar, agradecer e engrandecer a Deus. Ela pode ser uma oração cantada... um louvor em forma de canção.
Ela une os corações dos homens em toda parte do mundo. Um dia, ouvi o músico violinista Jaime Jorge, que viaja pelo mundo todo, dizer: "Conheci diferentes partes do mundo e vi que a cultura dos povos, de maneira geral, divide, mas a música nos liga, nos une".
Já disse aqui no blog sobre o valor que dou à música brasileira... coisas maravilhosas, ainda são produzidas aquí no Brasil... verdadeiras pérolas feitas por gente que ama este país, sua gente e seus costumes. Músicos que executam a canção brasileira em seu melhor estilo. E qual seria o melhor estilo? Seria a bossa-nova ou o samba? O chorinho ou  o forró? A resposta é: Simplesmente música boa, música bem feita, música de qualidade. Alguém já disse: "Só existem dois tipos de música: música boa e música ruim".
Bem, mas não existe música de qualidade somente aqui  no Brasil. Nosso Deus, o autor de toda a arte, e distribuidor de todos os dons, os distribuiu por toda a terra. E graças a Ele, podemos nos deleitar com maravilhosos talentos e boa música, vindos de toda parte do mundo. Há músicos talentosos em todo o mundo, no entanto, esse dom não é para todos. Porém, uma coisa todos podem possuir: o dom de saber ouvir e a sensibilidade para reconhecer a boa música. Não é necessário entender de música ou cantar bem para se sensibilizar com ela. Parece que todos trazemos em nosso interior esse dom. Em todo coração, em toda a alma e espírito humano existe um gosto e um anseio por música. Deus nos fez assim! Ainda que não compreendamos todos os elementos da música, ela vive no coração de todos. Ela é universal!

Abaixo, vídeos de dois mestres na música: Jaime Jorge, maravilhoso violinista cubano, e, Felipe Garibaldi, um jovem músico brasileiro, talentosíssimo violonista. Há ainda um vídeo com a virtuosa cantora e compositora Laura Morena.






















*Espero que tenham gostado! 
Se gostou, deixe seu comentário!

Abraço fraternal!


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Entrevista - Wesley Zukowisk (Músico e educador)

A entrevista que vou postar hoje é realmente muito boa. Entrevista com Wesley Zukowisk: músico, do violão ao serrote (isto mesmo, serrote), pastor e educador... ele nos fala um pouco de sua vida... suas experiências, sempre nos passando muita sabedoria e sensibilidade... tudo com uma dose de bom humor. Uma parte muito interessante da entrevista, é quando ele nos apresenta alguns instrumentos interessantes e desconhecidos, pelo menos, pra nós, brasileiros. Excelente entrevista. Confira você também!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Sobretudo quando chove - Gérson Borges

É bem melhor serem dois - João Alexandre

Sobre o Amor - João Alexandre

Bom Humor, saúde para o seu casamento.


Erin Smalley
 Eu sou casada com um brincalhão. Greg consegue ver o lado cômico de todas as coisas, mesmo cansado à noite, ou quando coisas não muito boas acontecem. Ele está sempre fazendo brincadeiras comigo.
 Comecei a refletir sobre o fato de que uma das coisas que mais gosto no meu casamento são as diversões que temos juntos.
Durante nossos 12 anos de casamento, descobrimos que sorrir é saudável, emocionalmente e fisicamente. Ter senso de humor ajuda a manter nossa relação renovada.
Uma das coisas que mais me atraiu em Greg foi sua capacidade de me fazer rir. Sorrir me trouxe alegria durante o nosso namoro, e continua a me alegrar em todos esses anos. Muitas vezes, no meio do caos da vida, um simples sorriso ou uma brincadeira podem aliviar situações de tensão. Isso cria um tipo de intimidade natural. Greg confessa que depois de um longo dia de trabalho, chegar em casa, em um ambiente cheio de alegria, alivia seu nível de stress.
O humor no casamento sempre me fascinou. Como pesquisei o que os especialistas dizem sobre diversão no casamento, estava dominada pela sua importância.

O livro Fighting for Your Marriage, do pesquisador sobre casamentos Dr. Howard Markman, relata que a quantidade de diversão que um casal vive junto emerge como o principal fator para toda sua felicidade conjugal. Outras coisas acontecem nos relacionamentos – mas bons relacionamentos se tornam maravilhosos quando o casal preserva tanto a quantidade, como a qualidade do tempo em que passam se divertindo.
Porém, a triste verdade é que a maioria dos casais quase nunca compartilha o tipo de diversão que tinham enquanto eram namorados ou recém casados. É como se o desgaste do dia-a-dia tivesse tirado a capacidade e/ou o desejo de se divertirem juntos. Isso faz sentido: ocupados com trabalho, filhos, igreja, e amigos, torna-se difícil encontrar tempo para ficarem juntos. Jogue os conflitos no lixo, e você terá um ambiente perfeito para extrair graça da vida.

Greg e eu juramos que o nosso relacionamento nunca vai perder esse senso de humor, então fizemos disso uma prioridade.
Através dos anos posso recordar como sorrir e se divertir influenciou momentos estressantes e alegres em nossa casa. Desde a minha recuperação da cesariana até as bagunças com nossos filhos e as brincadeiras planejadas, dar risadas sempre nos torna ainda mais próximos.

Erin Smalley, conselheira familiar no Smalley Marriage Institute , vive e se diverte em Missouri, EUA.

CASAMENTO NÃO É O SEPULTAMENTO DA NOSSA INDIVIDUALIDADE


Individualidade e mutualidade.

Individualidade – respeito consigo mesmo.

Mutualidade – respeito com os outros.

O equilíbrio entre individualidade e mutualidade é um desafio permanente na vida de um casal (liberdade e compromisso).

Isto porque é difícil construir uma relação em que os aspectos saudáveis de cada um se completam, onde um e outro possam ser o que são, coexistindo duas individualidades numa parceria.
Carl A. Whitakar, diz que: “quanto mais você é livre para ficar com os outros, especialmente com o seu cônjuge, mais você se sente livre consigo mesmo”. A questão é: Qual é o grau de liberdade e independência necessário para que a relação continue viva e abrigue possibilidades de desenvolvimento pessoal?

Verdades que todo casal precisa saber sobre individualidade e mutualidade:

1-Deus criou o homem carente de relacionamento, com ânsia de se juntar e não passar a vida sozinho (Gn 2.18; Ec 4.9-13).

2-Casamento não é uma chamada para o encarceramento, prisão ou escravidão, no sentido de perda total de liberdade e de individualidade. A unidade do casal não pode ser doentia. No amor não há sentimento de possessividade.

3-Se uma pessoa é dominadora (possessiva) e tolhe a liberdade do parceiro, o companheirismo deixa de existir. À medida que o amor cresce, também crescem a liberdade, a responsabilidade e o próprio amor.

4-O equilíbrio entre a proximidade e a liberdade de cada indivíduo é uma das características mais importantes da completude.

5-Casamento problemático é aquele em que uma das partes enxerga as horas de separação, a individualidade e o espaço como ameaças. Para essa pessoa, a individualidade significa falta de amor e descaso. Ela só se sente amada quando está ao lado do outro.

6-O casal deve estar atento para o perigo de usar a liberdade de modo destrutivo. Adão e Eva usaram a liberdade para pecar contra Deus. O apostolo Paulo fala sobre isso: “ Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; ao contrário, sirvam uns aos outro mediante o amor. Toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”. (Gl 5.13,14).
7-Não podemos usar nossa liberdade para satisfazer nosso egocentrismo.

8-Cada casal deve encontrar um grau de individualidade com sabedoria para que nenhum dos dois sofra.

9-A Bíblia diz: “Ame o próximo como você ama a si mesmo” (Mc. 12.33). Ao exercer a sua individualidade, não deixe de ver como a sua liberdade está afetando a pessoa que você ama. Você gostaria de ser tratado com desrespeito? Lembre-se, respeito gera respeito!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Clássicos Cristãos - "Manso e Suave"

Clássicos Cristãos - "Mais Perto Quero Estar"

Clássicos Cristãos - "Amazing Grace"

Clássicos Cristãos - "Vós Criaturas"

O louvor na criação

Na criação, enquanto Deus realizava a Sua obra magistral e arquitetônica, “lançando os fundamentos, colocando as medidas e estendendo o cordel sobre a terra”, havia… música! O livro de Jó registra que as “estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam e rejubilavam todos os filhos de Deus” (Jó 38:4-7) — quem sabe, na eternidade, saberemos como era esse cântico. Mesmo assim, ainda hoje é possível imaginar que tenha sido algo muito grandioso e marcante, pois, o próprio Deus fez questão de relatar isso para Jó. Deus poderia tê-lo ocultado. A música “acompanhou” o ato da criação: louvores, cânticos alegres, júbilo e todo tipo de “música” celestial aconteceu enquanto Deus lançava os fundamentos da terra. E como Deus apreciou aquela música! Ele não disse: “Eu criei a terra em silêncio”. Não, Ele mencionou que havia música, cânticos de louvor e júbilo de Seus “filhos”, os anjos, enquanto Ele realizava a obra. É interessante notar que Deus não menciona “o universo” ou “os céus” para Jó. Por que, precisamente, é mencionado “a terra” e não todas as coisas criadas de modo geral? E por que há o louvor dos filhos de Deus justamente nesse momento específico? Porque Deus criou a terra para o homem! Tudo o que Ele fez foi com vistas ao cumprimento do Seu plano eterno. Deus “criou os céus, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele” (Zacarias 12:1). Os céus são para a terra, a terra é para o homem e este, com um espírito, para conter Deus. Não é de admirar que os anjos O louvassem naquele momento. Provavelmente estariam dizendo: “Aleluia! Deus criou os céus, fundou a terra e nela vai criar o homem à Sua imagem e semelhança! Aleluia! Glória ao Criador! Aleluia!” Louvemos ao Senhor por Sua magnífica obra de criação e, principalmente, porque estamos incluídos nela. Aleluia!
Luís Eduardo Corbani (Maestro, compositor e arranjador)


Hinos Clássicos

É curioso notar que usamos com frequência a palavra “clássico” quando classificamos uma obra artística, ou designamos uma espécie de “categoria” a que pertence a obra. Dizemos: “este livro é um clássico!” ou ainda, “esta música é clássica, não popular”. Da mesma maneira, denominamos certos hinos cristãos, como “hinos clássicos”. No entanto você já se perguntou o que significa, em termos valorativos, essa designação? Que torna uma obra um “clássico”? Uns pensam em hinos compostos há muitos anos, por autores famosos e estrangeiros, que “merecem” receber essa “posição”. Assim, reservam a esses hinos um lugar bem elevado na hinódia cristã, mais para ser reverenciados do que usados nas reuniões cristãs ou mesmo no cotidiano. Outros já são condicionados a pensar que “hino clássico” é antiquado, retrógrado e conservador. A frase desses geralmente é: “Hino clássico é coisa do passado! É música para os velhos…”, ou coisa parecida. Será?
O dicionário Aurélio nos traz duas definições bastante esclarecedoras da palavra “clássico”: “3. Da mais alta qualidade, modelar, exemplar” [...] e “4. Cujo valor foi posto à prova; tradicional, antigo”.

John Nelson Darby, reconhecido mestre cristão e autor de hinos do século XIX escreveu no prefácio do hinário inglês “The Little Flock” (O Pequeno Rebanho, 1881) que “três coisas são necessárias para um hino: (1) base na verdade e no ensinamento saudável, (2) espírito poético, embora não seja poesia propriamente dita, e (3) entendimento experimental da verdade na área afetiva. [...] Os hinos devem ser simples, cheios de Cristo e do amor do Pai e, em certa medida, elevados, de maneira que não sejam mera prosa”. Podemos ver por essas breves definições que o mais importante no hino, independente da época em que foi escrito, é seu conteúdo espiritual. Além disso, sua melodia deve ser expressiva e coerente com o texto, com forma equilibrada. O estilo do hino também é muito importante, pois trata-se de sua identidade ‑ “ritmos da moda”  e musicas fáceis, com certeza, tornam um hino transitório e de qualidade inferior.

Vemos, portanto, que um hino “clássico”, ao contrário do que pensamos, não é obsoleto, antiquado ou ultrapassado. Antes, é profundo em qualidades, elevado em conteúdo, renovador e sempre atual, capaz de suprir os filhos de Deus por várias gerações, sem que suas riquezas sejam esgotadas, pois, quanto mais é cantado, mais novo se torna. Um hino dessa categoria possui, intrinsicamente, o próprio Cristo, rico, amplo e abrangente!

Por: Luís Eduardo Corbani ( Maestro, compositor e arranjador)

Homofobia???



Aluna expulsa por praticar lesbianismo acusa colégio de "homofobia".
Jovem exige R$ 50 mil de indenização de escola adventista

A estudante Arianne Pacheco Rodrigues, 19 anos, entrou com uma ação judicial contra o Instituto Adventista Brasil Central (IABC), um colégio interno em Planalmira, distrito de Abadiânia, no interior de Goiás. Expulsa da escola por prática de lesbianismo, a ex-aluna alega ter sido vítima de “homofobia”.

O fato aconteceu em novembro de 2010. A diretoria da escola havia descoberto um envolvimento sexual entre duas alunas, que já estavam cientes das normas religiosas da instituição particular. Após reunião com a comissão disciplinar, os pastores e professores que analisaram cartas de amor trocadas entre as alunas decidiram que elas deveriam ser expulsas imediatamente.

A ex-aluna, que se diz “traumatizada”, entrou com um processo contra a escola logo em seguida, exigindo R$ 50 mil de indenização por “danos morais”. O caso está em andamento na Justiça.

Ariane, que hoje vive confortavelmente com a mãe em Orlando, nos Estados Unidos, não abre mão da ação judicial.

A reportagem do Fantástico foi até Orlando para conversar com as duas e divulgar a “tortura psicológica” supostamente sofrida por Arianne, que se diz vítima de “homofobia”.
O Fantástico quis conhecer a posição da escola, com motivação supostamente imparcial,  o colégio negou as acusações de “homofobia” lançadas pela ex-aluna e divulgada pela Globo. Wesley Zukowski, diretor da escola adventista, respondeu: “A verdade é que ela infringiu uma regra clara da escola e, por isso, recebeu a sanção do afastamento, a questão da intimidade sexual. O afastamento do aluno independente se é um relacionamento homossexual ou heterossexual. Ele recebe a mesma conseqüência”.

O colégio considera como faltas graves o uso de droga, armas e o ato sexual, aplicando, como punição, o desligamento imediato do aluno.

Por que os colégios religiosos não deveriam ter liberdade de aplicar normas de boa conduta moral?

A aluna que foi expulsa já conhecia as regras. Mesmo assim, de modo deliberado e persistente, as infringiu.

A oposição aos atos homossexuais não é uma atitude restrita aos adventistas, aos evangélicos em geral ou aos católicos. Pesquisa de instituto ligado ao PT apontou, em 2009, que a maioria da população do Brasil se opõe, em menor ou maior grau, ao homossexualismo.

Em vez de respeitar os sentimentos da  maioria da população, o governo petista prefere impor sua própria opinião ideológica pró-homossexualismo. Nesse aspecto, a Globo e outros grandes veículos de comunicação andam de braços dados com o governo, igualmente impondo sobre a população uma visão homossexualista elitista, frontalmente contrária aos sentimentos do Brasil.

E agora deixam claro que, usando e abusando de casos isolados, aplicarão o mesmo bullying ideológico em instituições religiosas particulares.

Com informações do G1 da Globo.

(Julio Severo)