terça-feira, 25 de setembro de 2012
Alvorada
"Temos assim, tanto mais confirmada a palavra profética, e fazeis bem em atendê-la, como a uma candeia que brilha em lugar tenebroso, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em nosso coração". 2 Pedro 1.19
Beryl Aseno Nyamwange
O nascer do sol! Deus se importa! Estávamos sentados na varanda da frente da casa, meu esposo, Joe, e eu. Moramos em Serra Leoa. De nossa bela casa se descortina o vasto oceano à esquerda. À frente, correntes de água fluem por um vale profundo e, acima dele, uma queda d'água jorra durante a estação chuvosa. Lindas colinas verdes com uma cobertura de nuvens brancas nos saúdam à direita. A brisa gentil nos acariciava com ar puro o rosto sorridente. Joe e eu cantávamos canções toda a manhã, agradecidos ao nosso Senhor Jesus, o Rei dos reis.
Mais tarde, indo de carro para o trabalho, a cidade toda parece iluminada com a luz de Deus, o Sol. Os raios resplandecentes nos fazem lembrar do brilho que Deus põe em nossos olhos, para iluminar o rosto e reabastecer nosso tanque espiritual. Temos esperança de que o dia seja cheio de vida, e, sejam quais forem os desafios que enfrentarmos no trabalho, teremos a segura palavra da profecia. Ele nos diz que, se a atendermos, brilharemos para Jesus como luz em lugar tenebroso. Nosso Deus é sempre presente decorador de interiores da Terra; Ele oferece beleza para nossa apreciação, e o sol nascente é um lembrete constante de Sua presença. Quando O conhecemos, vemos na alvorada a Estrela da Manhã brilhando em nosso coração.
Jesus, com frequência, ia a lugares bonitos para orar. Muitas vezes, mandava as multidões para ambientes naturais, onde podiam tocar flores, observar rios fluindo e ver a paisagem do alto dos montes. A noite do mundo já quase se foi e o dia está chegando. Deve ser o romper da manhã. Mas, antes que o dia desponte, Deus ainda tem outro lembrete de seu amor por nós. O sol se põe; belas aves brancas, com um longo e estreito bico, retornam para o lugar de onde partiram pela manhã. A quietude da paisagem nos permite ouvir o bater de suas asas, enquanto voam acima da nossa cabeça. Elas também conhecem seu Mestre, e vão dormir até o outro alvorecer. Apreciamos Sua beleza e ansiamos pelo dia em que em que estaremos em nosso lar definitivo [ pois a Bíblia nos diz que haverá um novo céu e uma nova terra].
Beryl Aseno Nyamwange e o esposo, Joe, gostam de trabalhar com os jovens em sua igreja local. Beryl é ávida leitora e ama escrever. Escreveu uma coleção de poemas.
Beryl Aseno Nyamwange
O nascer do sol! Deus se importa! Estávamos sentados na varanda da frente da casa, meu esposo, Joe, e eu. Moramos em Serra Leoa. De nossa bela casa se descortina o vasto oceano à esquerda. À frente, correntes de água fluem por um vale profundo e, acima dele, uma queda d'água jorra durante a estação chuvosa. Lindas colinas verdes com uma cobertura de nuvens brancas nos saúdam à direita. A brisa gentil nos acariciava com ar puro o rosto sorridente. Joe e eu cantávamos canções toda a manhã, agradecidos ao nosso Senhor Jesus, o Rei dos reis.
Mais tarde, indo de carro para o trabalho, a cidade toda parece iluminada com a luz de Deus, o Sol. Os raios resplandecentes nos fazem lembrar do brilho que Deus põe em nossos olhos, para iluminar o rosto e reabastecer nosso tanque espiritual. Temos esperança de que o dia seja cheio de vida, e, sejam quais forem os desafios que enfrentarmos no trabalho, teremos a segura palavra da profecia. Ele nos diz que, se a atendermos, brilharemos para Jesus como luz em lugar tenebroso. Nosso Deus é sempre presente decorador de interiores da Terra; Ele oferece beleza para nossa apreciação, e o sol nascente é um lembrete constante de Sua presença. Quando O conhecemos, vemos na alvorada a Estrela da Manhã brilhando em nosso coração.
Jesus, com frequência, ia a lugares bonitos para orar. Muitas vezes, mandava as multidões para ambientes naturais, onde podiam tocar flores, observar rios fluindo e ver a paisagem do alto dos montes. A noite do mundo já quase se foi e o dia está chegando. Deve ser o romper da manhã. Mas, antes que o dia desponte, Deus ainda tem outro lembrete de seu amor por nós. O sol se põe; belas aves brancas, com um longo e estreito bico, retornam para o lugar de onde partiram pela manhã. A quietude da paisagem nos permite ouvir o bater de suas asas, enquanto voam acima da nossa cabeça. Elas também conhecem seu Mestre, e vão dormir até o outro alvorecer. Apreciamos Sua beleza e ansiamos pelo dia em que em que estaremos em nosso lar definitivo [ pois a Bíblia nos diz que haverá um novo céu e uma nova terra].
Beryl Aseno Nyamwange e o esposo, Joe, gostam de trabalhar com os jovens em sua igreja local. Beryl é ávida leitora e ama escrever. Escreveu uma coleção de poemas.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Seu nome
Protegerei os que reconhecem que Eu sou Deus, O Senhor. Salmo 91.14, NTLH
Thamer Cassandra Smikle
O que há num nome? O nome é nossa principal fonte de identificação. Denota nossa formação histórica ou linhagem familiar. Quando nasce um bebê, a sociedade espera que os pais ou guardiões deem nome à criança. Muitas vezes, um menino recebe o nome de seu pai, às vezes até a quarta geração. Os pais podem dar a seu bebê o nome de algum membro querido da família. O nome pode ser escrito de forma errada durante o processo de registro, mas todos devem ter um nome. Dizem que um bom nome pode nos levar longe.
Em algumas culturas, o nome do bebê é dado com base no dia em que nasceu, enquanto em outras, o significado do nome tem importância suprema. Alguns pais escolhem nomes de atletas ou astros de cinema que admiram, ou o nome de alguém especialmente importante em sua sociedade, como o primeiro- ministro ou presidente. Outros querem ser originais e inventam nomes para os filhos. Sem dúvida, s nomes são importantes.
No domínio espiritual, o nome não é menos importante. O livro de Gênesis nos diz que "No princípio, criou Deus" o Sol, a Lua, as estrelas, árvores, flores, pássaros, todos os animais e então fez o homem e a mulher. Ele e nosso Pai Celestial e nós somos seus filhos. Em virtude disso - creia ou não -,ele nos deu Seu nome.
As muitas formas de seu nome nos deu clara evidência do tipo de Deus que Ele é: Elohim: Senhor Deus ou Criador; El Elion: Deus Altíssimo; Adonai: meu Senhor; Jeová-Jiré: provedor; Jeová-Rafa: Deus que cura; Jeová-Shalom: minha paz; Jeová-tsidkenu: justiça nossa: Jeová Sabaoth: Senhor dos exércitos;Jeová-Raah: Senhor meu Pastor, e a lista continua. Quando O aceitamos como nosso Senhor e Salvador pessoal, assumimos Sua semelhança e Seu nome. Desse modo, ele espera que vivamos à altura de Seu bom nome. Em 2 Crônicas 7.14, Deus diz: "Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e se converter dos seus maus caminhos, então, [...] perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra".
Somente quando invocamos o seu nome, é que lhe damos a autoridade de agir em nosso favor, em favor de nossa família e de nossa terra.
Lembre-se: "Torre forte é o nome do Senhor, à qual o justo se acolhe e está seguro"(Provérbios 18.10).
Thamer Cassandra Smikle mora na Jamaica, onde é auditora na alfândega do país. É membro ativo em sua igreja.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Deus é bom
"Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre". Salmo 23.6
Joan D. L. Jaensch
Quando falamos com o Senhor e reconhecemos suas bênçãos de bondade e amor, há muito pelo qual sermos agradecidos.
Minha amiga que conheci num retiro de mulheres, ensinou-me muito, por seu exemplo de singeleza e confiança em Deus. Quando viajei com ela de carro, notei como falava em voz alta com Jesus, pedindo segurança e orientação. Ela negociava problemas do trânsito com paciência e calma, e não pude deixar de sentir a presença de Jesus conosco. Eu nem devia ter-me admirado diante disso, porque a Bíblia me diz: "Aproximem-se de Deus, e Ele se aproximará de vocês!" (Tiago 4.8 - NVI). É possível que, às vezes, nos esqueçamos dessas coisas, e é bom ter um amigo - ou ser um amigo - que anima o outro na caminhada diária com Jesus.
Há ocasiões incontáveis em que a bondade de Deus, mesmo nas lutas da vida. Alguns anos atrás, nosso filho mais novo foi deixado pela esposa. Ele ficou com dois meninos, de 7 e 8 anos, para criar sozinho. Ter a responsabilidade exclusiva pelo cuidado deles significou alguns períodos difíceis. A natureza do seu emprego envolvia viagens regulares fora do estado, para gerenciar os negócios de uma grande empresa. Nessas ocasiões, meu esposo e eu íamos cuidar dos meninos em Adelaide, umas duas horas de onde moramos. Como todos os pais, anelávamos a felicidade e estabilidade da nossa família, e por isso a situação se tornou motivo de oração.
Não sei como Deus atua ao responder as nossas petições, mas podemos descansar sabendo que Ele ouve, se interessa e faz o que é melhor pelas nossas necessidades específicas. Num acampamento de mulheres de minha igreja, senti-me impressionada a colocar o nome do nosso filho num diário de oração: "Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo" (Tiago 5.16). O Senhor achou por bem responder mandando uma admirável mulher para o nosso filho, e no devido tempo, casaram-se. Louvamos a Deus por essa bondade, pois os dois meninos tiveram, então, a oportunidade de crescer num ambiente familiar cristão.
Olhando para trás, para as evidências da guia de Deus na minha vida e na de minha família, creio firmemente que é a presença de Cristo em nossa vida que nos faz resistir e persistir. Que eu testemunhe disso aos outros, assim como minha amiga revelou por seu exemplo para mim - Deus é bom!
Joan D. L. Jaensch é casada e tem dois filhos casados, duas netas e dois netos. Mora no sul da Austrália.
Joan D. L. Jaensch
Quando falamos com o Senhor e reconhecemos suas bênçãos de bondade e amor, há muito pelo qual sermos agradecidos.
Minha amiga que conheci num retiro de mulheres, ensinou-me muito, por seu exemplo de singeleza e confiança em Deus. Quando viajei com ela de carro, notei como falava em voz alta com Jesus, pedindo segurança e orientação. Ela negociava problemas do trânsito com paciência e calma, e não pude deixar de sentir a presença de Jesus conosco. Eu nem devia ter-me admirado diante disso, porque a Bíblia me diz: "Aproximem-se de Deus, e Ele se aproximará de vocês!" (Tiago 4.8 - NVI). É possível que, às vezes, nos esqueçamos dessas coisas, e é bom ter um amigo - ou ser um amigo - que anima o outro na caminhada diária com Jesus.
Há ocasiões incontáveis em que a bondade de Deus, mesmo nas lutas da vida. Alguns anos atrás, nosso filho mais novo foi deixado pela esposa. Ele ficou com dois meninos, de 7 e 8 anos, para criar sozinho. Ter a responsabilidade exclusiva pelo cuidado deles significou alguns períodos difíceis. A natureza do seu emprego envolvia viagens regulares fora do estado, para gerenciar os negócios de uma grande empresa. Nessas ocasiões, meu esposo e eu íamos cuidar dos meninos em Adelaide, umas duas horas de onde moramos. Como todos os pais, anelávamos a felicidade e estabilidade da nossa família, e por isso a situação se tornou motivo de oração.
Não sei como Deus atua ao responder as nossas petições, mas podemos descansar sabendo que Ele ouve, se interessa e faz o que é melhor pelas nossas necessidades específicas. Num acampamento de mulheres de minha igreja, senti-me impressionada a colocar o nome do nosso filho num diário de oração: "Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo" (Tiago 5.16). O Senhor achou por bem responder mandando uma admirável mulher para o nosso filho, e no devido tempo, casaram-se. Louvamos a Deus por essa bondade, pois os dois meninos tiveram, então, a oportunidade de crescer num ambiente familiar cristão.
Olhando para trás, para as evidências da guia de Deus na minha vida e na de minha família, creio firmemente que é a presença de Cristo em nossa vida que nos faz resistir e persistir. Que eu testemunhe disso aos outros, assim como minha amiga revelou por seu exemplo para mim - Deus é bom!
Joan D. L. Jaensch é casada e tem dois filhos casados, duas netas e dois netos. Mora no sul da Austrália.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Beijada por uma borboleta
"Oh! Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nEle se refugia."
*June Y. Powers
Eu estava sentada, escrevendo cartões de aniversário para os meus dois filhos. Fazendo uma pausa por um momento, pensando em palavras de ânimo, olhei pela porta aberta. Nesse instante uma borboleta branca, com as asas contornadas de preto, pousou sobre as margaridas que desabrochavam em abundância do lado de fora da porta.
Senti-me atraída à cena e saí para observá-la. Nesse momento, uma brisa soprou e suspendeu a borboleta, erguendo-a cada vez mais alto, como se a convidasse para dançar. E dançaram mesmo, com muita graça e beleza. Foi pura alegria contemplar aquilo. A dança terminou quando a brisa se despediu.
A borboleta fez uma pausa momentânea e depois voou em minha direção, pousando sobre meu lábio superior. Levantou voo e me rodeou uma vez, antes de pousar novamente sobre as margaridas. Fiquei tão encantada que não me movi. Eu estava parada ali, num momento, consciente de duas coisas apenas: a presença do Senhor e o fato de ter sido beijada por uma borboleta!
Maravilha das maravilhas! Na noite anterior eu havia passado horas com o Senhor, arrazoando com Ele acerca de muitas coisas, passadas e presentes, que me pesavam sobre o coração. Eu me via como um vaso quebrado, com fragmentos espalhados pelo campo de batalha, quase além da possibilidade de concerto. Sabia que meu relacionamento com Deus era terrivelmente unilateral: tudo da parte dEle, bem pouco da minha. Confiança, amor e submissão eram questões pendentes.
"Precioso Senhor, hoje sou abençoada com Tua presença através da natureza . Tu me enviaste uma borboleta! Uma borboleta! Que delicadeza! Seus estágios metamórficos se assemelham ao crescimento espiritual. Com Teus inesgotáveis e criativos recursos, permitiste que eu soubesse que me ouvias e escutavas ontem à noite. Tive a impressão de que preciso deixar que meu coração voe alto como a águia; permitir que minha mente dance com a brisa, assim como a borboleta. Relaxar. Saltar. Tu me segurarás.
Muito obrigada, Pai, pelas margaridas, pela brisa, pelo beijo da borboleta. Obrigada por me amares dessa maneira. Com amor, Tua filha, June."
*June Y. Powers é casada, mãe de seis filhos e avó de 14 netos. Mora no Canadá. Ama escrever e estar em contato com a natureza. Também gosta de canoagem e encontros com amigas.
Salmo 34.8
*June Y. Powers
Eu estava sentada, escrevendo cartões de aniversário para os meus dois filhos. Fazendo uma pausa por um momento, pensando em palavras de ânimo, olhei pela porta aberta. Nesse instante uma borboleta branca, com as asas contornadas de preto, pousou sobre as margaridas que desabrochavam em abundância do lado de fora da porta.
Senti-me atraída à cena e saí para observá-la. Nesse momento, uma brisa soprou e suspendeu a borboleta, erguendo-a cada vez mais alto, como se a convidasse para dançar. E dançaram mesmo, com muita graça e beleza. Foi pura alegria contemplar aquilo. A dança terminou quando a brisa se despediu.
A borboleta fez uma pausa momentânea e depois voou em minha direção, pousando sobre meu lábio superior. Levantou voo e me rodeou uma vez, antes de pousar novamente sobre as margaridas. Fiquei tão encantada que não me movi. Eu estava parada ali, num momento, consciente de duas coisas apenas: a presença do Senhor e o fato de ter sido beijada por uma borboleta!
Maravilha das maravilhas! Na noite anterior eu havia passado horas com o Senhor, arrazoando com Ele acerca de muitas coisas, passadas e presentes, que me pesavam sobre o coração. Eu me via como um vaso quebrado, com fragmentos espalhados pelo campo de batalha, quase além da possibilidade de concerto. Sabia que meu relacionamento com Deus era terrivelmente unilateral: tudo da parte dEle, bem pouco da minha. Confiança, amor e submissão eram questões pendentes.
"Precioso Senhor, hoje sou abençoada com Tua presença através da natureza . Tu me enviaste uma borboleta! Uma borboleta! Que delicadeza! Seus estágios metamórficos se assemelham ao crescimento espiritual. Com Teus inesgotáveis e criativos recursos, permitiste que eu soubesse que me ouvias e escutavas ontem à noite. Tive a impressão de que preciso deixar que meu coração voe alto como a águia; permitir que minha mente dance com a brisa, assim como a borboleta. Relaxar. Saltar. Tu me segurarás.
Muito obrigada, Pai, pelas margaridas, pela brisa, pelo beijo da borboleta. Obrigada por me amares dessa maneira. Com amor, Tua filha, June."
*June Y. Powers é casada, mãe de seis filhos e avó de 14 netos. Mora no Canadá. Ama escrever e estar em contato com a natureza. Também gosta de canoagem e encontros com amigas.
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