sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Fábrica de Palavras
Há muitas formas de se expressar sentimentos, há tantas outras de se exteriorizar pensamentos, mas nenhuma na minha mais humilde concepção, é tão marcante e vigorosa quanto a poesia.
Na verdade, conseguir traduzir emoções da alma humana, descrever o espírito, explicar a natureza em rimas, ilustrar a vida, compor metáforas perfeitas, associar os elementos de toda a terra, e até desmistificar a morte, e tudo isso na mais perfeita harmonia dos versos, é simplesmente magnífico! Necessariamente não é preciso ser um poeta profissional, nem um escritor no cume da fama para conseguir tocar nas profundezas do coração humano, muitas vezes na penumbra, outras na embriaguez do mundo verossímil.
A poesia é mais que profissão ou intelecto, é dom! Dom vindo do poeta dos poetas , aquele que escreve e inspira, respira e aspira nossas habilidades para Seu serviço. Ele pode, Ele deve, Ele quer, Ele é o Mestre... e agracia pessoas com essa dádiva de simplesmente escrever. Escrever as palavras que nos faltam para sonhar, ter esperança, acreditar, sorrir e chorar, na mais pura dignidade.
Então sorria, sonhe e Poetize-se!
Alex Faria
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
A Vida Para Qual Fomos Criados
Achamos um filhote de guriatã coqueiro (nome da espécie em Pernambuco) impossibilitado de voar por causa da chuva. A mãe o havia empurrado do ninho, mas as asas molhadas o impediram de seus primeiros vôos e de se virar sozinho.
Frágil e sem condições de vôo ele chegou a minha casa trazida por minha nora Geane que o encontrou no seu quintal.
Aqui em casa ele foi cuidado e alimentado até estar pronto para voar e seguir seu caminho em segurança. Colocamos seu nome de “Guinho”. Ele já conhecia Sônia (esposa) e quando ela entrava no quarto Guinho cantava e abria o bico em busca de alimento.
Ele já se sentia confortável, seguro e amado naquela gaiola, mas o melhor estava por vir.
Numa manhã de sol, Guinho foi solto no Jardim Botânico, lugar repleto de árvores, plantas, e pássaros. Ele voou para uma árvore, e depois de alguns minutos desapareceu na floresta...
Sua vida antes resumida a uma gaiola estava agora diante da imensidão... Árvores, plantas, flores, cores, liberdade!
Sua vida mudou completamente. Agora poderia voar, cantar e viver a vida para qual foi criado.
Assim acontece com os que encontram Jesus Cristo. A vida presa, sem sentido, sem liberdade e alegria fica para trás.
Uma nova vida cheia de significado passa a ser a nova realidade. Os pensamentos, as palavras, as atitudes mudam. É possível sentir na própria alma a verdadeira liberdade!
A vida antes resumida à mesmice, ganha cor sabor e propósito!
Assim como Guinho precisamos viver a vida pela qual fomos criados. Pássaros nasceram para voar e cantar, e nós nascemos para a comunhão com Deus!
Pr. Edilson Ramos
Buscar a Deus Faz Toda a Diferença
Comentaristas da Bíblia afirmam que a busca por Deus é o ponto de partida da verdadeira renovação espiritual. Isto é verdade. Deus nunca complica a vida para nós, é desejo dele revelar-se.
Ele sempre nos dá a oportunidade de achá-lo.
Então porque muitos vivem na superfície sem nenhum encontro real com Deus? A resposta está em Jeremias 29:13 que diz: "Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração."
Este é o segredo. Devemos buscar ao Senhor de todo o nosso coração!
No evangelho de Mateus 7:7 e 8 o Senhor Jesus ensina este princípio: "Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e aquele que bate, a porta será aberta."
É preciso ter sede de Deus, e buscá-lo com entusiamo. Ele então se mostrará e mudará a nossa vida para sempre!
Pr. Edilson Ramos
Mude seus pensamentos
Muitos aspectos da prisão a tornam uma experiência dura. No entanto, sempre que me perguntam sobre o que é mais difícil de enfrentar, a resposta vem rapidamente. Não são as frias barras de aço, os imponentes muros de pedra ou os perigos por detrás deles. É a separação da família, o abandono dos amigos e o coração desesperado. É a solidão que realmente aprisiona.
Ainda vai demorar para eu sair da prisão. Contudo, estou encontrando uma forma de conseguir me libertar da pressão da solidão. Alterei o que posso: minha atitude interna. Isso me levou a ver e a vivenciar as coisas de maneira diferente, a ver e experimentar a bondade que Deus compassivamente oferece.
Quer estejamos atrás dos muros de uma prisão ou das portas fechadas de uma casa, a solidão pode ser o mais difícil desafio que qualquer um de nós pode enfrentar.
Mesmo que não possamos mudar ou controlar nossas circunstâncias externas, a Bíblia nos diz que podemos modificar nossa atitude interior em relação à situação. O "sentimento de Cristo" (Veja Filipenses 2.5) mudará nosso dia de hoje - e os nossos amanhãs.
Charles P. Axe (Pensilvânia, EUA)
Oração: Amado Deus, sempre e onde quer que estejamos solitários, dá-nos a certeza de que Tu estás junto a nós. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o Dia: A mudança começa no interior com a ajuda do alto.
Oremos pelos presidiários e por todas as pessoas que de alguma maneira se encontram em prisão.
Ainda vai demorar para eu sair da prisão. Contudo, estou encontrando uma forma de conseguir me libertar da pressão da solidão. Alterei o que posso: minha atitude interna. Isso me levou a ver e a vivenciar as coisas de maneira diferente, a ver e experimentar a bondade que Deus compassivamente oferece.
Quer estejamos atrás dos muros de uma prisão ou das portas fechadas de uma casa, a solidão pode ser o mais difícil desafio que qualquer um de nós pode enfrentar.
Charles P. Axe (Pensilvânia, EUA)
Oração: Amado Deus, sempre e onde quer que estejamos solitários, dá-nos a certeza de que Tu estás junto a nós. Em nome de Jesus. Amém.
Pensamento para o Dia: A mudança começa no interior com a ajuda do alto.
Oremos pelos presidiários e por todas as pessoas que de alguma maneira se encontram em prisão.
O ingá e o açaí
Os justos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro do Líbano. Salmo 92.12
Mariana Sampaio*
Do condomínio onde moro, posso ver numerosas árvores. Algumas são altas, com troncos grossos; outras são mais finas. No quintal da nossa casa, temos um ingá, árvore com tronco espesso. Seus ramos se espalham sobre o jardim e nos dão sombra nos dias quentes. É tão majestoso quanto o cedro. No jardim da frente, há um conjunto de árvores novas de açaí. O açaí é o fruto de uma palmeira típica da região. O diâmetro do seu tronco não excede 14 centímetros, e sua altura chega a quase 12 metros. Na verdade, os caules parecem muito frágeis, e comparados com outras grandes árvores do Amazonas, parecem apenas varetas.
Na região norte do Brasil, de dezembro a março é a estação chuvosa, quando chove durante o dia todo. As tempestades começam a qualquer momento. Nuvens gigantescas descarregam a chuva, de repente, causando inundações e desastres para a cidade.
Numa dessas tempestades repentinas, nosso ingá, forte e resistente, não suportou os ventos fortes e a chuva intensa, e se quebrou completamente. Os galhos se espalharam pela rua. Para impedir que a árvore danificasse os fios elétricos, tivemos que chamar os bombeiros para removê-la. Mais tarde, quando olhei o jardim na frente, vi que os pés de açaí, que pareciam muito frágeis e finos, permaneceram intactos. Não entendi como uma árvore bonita, forte, que estendia seus ramos folhosos, houvesse se quebrado, enquanto os finos açaizeiros permaneceram firmes. Mas então me lembrei de uma aula de botânica, na qual o professor explicou que o tronco da palmeira é muito flexível. Os caules menores podem suportar mais vento. Mas os troncos de árvores maiores ficam ocos e, a qualquer momento, podem se esfacelar.
Ponderei o motivo pelo qual o salmista, na Bíblia, usou a palmeira como referência. Não as considero muito bonitas; elas não tem uma fragrância cativante e além disso, são pendentes. O dicionário, porém, diz que florescer não é só o ato de dar flores, mas também de prosperar!
Muitas vezes, as dificuldades e tormentas nos atingem. Lembremo-nos de que, enquanto o cedro se distingue por sua grandiosidade e altura, a palmeira suporta as tormentas. Com Cristo, o justo nunca ficará indefeso.
Mariana Sampaio* tem 20 anos, toca flauta na igreja, e planeja ser médica, e assim também testemunhar de Jesus aos outros.
Mariana Sampaio*
Do condomínio onde moro, posso ver numerosas árvores. Algumas são altas, com troncos grossos; outras são mais finas. No quintal da nossa casa, temos um ingá, árvore com tronco espesso. Seus ramos se espalham sobre o jardim e nos dão sombra nos dias quentes. É tão majestoso quanto o cedro. No jardim da frente, há um conjunto de árvores novas de açaí. O açaí é o fruto de uma palmeira típica da região. O diâmetro do seu tronco não excede 14 centímetros, e sua altura chega a quase 12 metros. Na verdade, os caules parecem muito frágeis, e comparados com outras grandes árvores do Amazonas, parecem apenas varetas.
Na região norte do Brasil, de dezembro a março é a estação chuvosa, quando chove durante o dia todo. As tempestades começam a qualquer momento. Nuvens gigantescas descarregam a chuva, de repente, causando inundações e desastres para a cidade.
Numa dessas tempestades repentinas, nosso ingá, forte e resistente, não suportou os ventos fortes e a chuva intensa, e se quebrou completamente. Os galhos se espalharam pela rua. Para impedir que a árvore danificasse os fios elétricos, tivemos que chamar os bombeiros para removê-la. Mais tarde, quando olhei o jardim na frente, vi que os pés de açaí, que pareciam muito frágeis e finos, permaneceram intactos. Não entendi como uma árvore bonita, forte, que estendia seus ramos folhosos, houvesse se quebrado, enquanto os finos açaizeiros permaneceram firmes. Mas então me lembrei de uma aula de botânica, na qual o professor explicou que o tronco da palmeira é muito flexível. Os caules menores podem suportar mais vento. Mas os troncos de árvores maiores ficam ocos e, a qualquer momento, podem se esfacelar.
Ponderei o motivo pelo qual o salmista, na Bíblia, usou a palmeira como referência. Não as considero muito bonitas; elas não tem uma fragrância cativante e além disso, são pendentes. O dicionário, porém, diz que florescer não é só o ato de dar flores, mas também de prosperar!
Muitas vezes, as dificuldades e tormentas nos atingem. Lembremo-nos de que, enquanto o cedro se distingue por sua grandiosidade e altura, a palmeira suporta as tormentas. Com Cristo, o justo nunca ficará indefeso.
Mariana Sampaio* tem 20 anos, toca flauta na igreja, e planeja ser médica, e assim também testemunhar de Jesus aos outros.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Andy
O mais importante é que vocês vivam de acordo com o evangelho de Cristo. Filipenses 1.2
Por Penny Estes Wheeler
Andy era o tipo de garoto que bate a porta na sua cara, empurra a bicicleta, chuta o cachorro, esmurra o irmãozinho - tudo em 10 segundos. Era grande para a sua idade. Minhas meninas tinham medo dele.
Alugamos um apartamento em Michigan, no ano em que meu esposo concluiu um curso de pós-graduação, e Andy era um problema. Ele, sua mãe e irmãos moravam no apartamento abaixo do nosso. Sua mãe, sem um companheiro, lutava para manter seus meninos sob controle, e tenho certeza de que ela tentava fazer o seu melhor. Mas, uma tarde, eu a ouvi chamando seu menino que estava no quintal, com uma linguagem que faria um marinheiro ruborizar-se. Tive, naquele instante, uma ideia do que tornava Andy o garoto que ele era. E passei a olhá-lo de modo diferente depois daquilo.
Certa tarde, a mãe de Andy telefonou-me para dizer que tinha os produtos que eu havia encomendado. Eu lhe disse que desceria em seguida. Nossos apartamentos eram divididos da mesma forma. Depois de efetuar o pagamento e conversar por alguns minutos, espiei para dentro da cozinha. Ali estava Andy, com um grande garfo de dois dentes na mão, observando alguma coisa com borbulhas, fritando. "Sua mãe, com certeza , tem sorte por você ajudá-la na cozinha", disse eu para ele. "Eu sempre gosto quando minhas meninas me ajudam".
Um sorriso tomou conta do rosto dele. Então, espetando o garfo no óleo, ergueu um naco bem grande de carne. "Aqui", disse ele, "prove um pouco".
Eu era vegetariana fazia 25 anos, mas não quis ferir seus sentimentos. "Puxa! Isso parece estar bom!", disse eu. "Você conseguiu deixá-lo bonito e dourado." E era verdade. Ele havia feito um bom serviço. Pegando-o do garfo, coloquei-o cuidadosamente na boca, me despedi e corri para o andar de cima. Então, tirei a carne quente da boca e isso foi o fim da história. Bem, quase.
Andy estava na entrada do apartamento quando saí, na manhã seguinte. Deu-me um largo sorriso e segurou a porta aberta para mim. Agradeci, e seu sorriso ficou ainda maior. Depois disso, você já adivinhou. Andy e eu ficamos amigos.
O que fez a diferença? Você sabe, naturalmente. Foi porque o ajudei a se sentir bem consigo mesmo. Isso é algo que todos precisamos, não é mesmo?
Penny Estes Wheeler foi fundadora de uma revista para mulheres e é editora de livros na Review and Herald. Gosta de ler e viajar, e se encantou com o belo país Quênia. Ela e o esposo têm quatro filhos e dois netos.
Por Penny Estes Wheeler
Andy era o tipo de garoto que bate a porta na sua cara, empurra a bicicleta, chuta o cachorro, esmurra o irmãozinho - tudo em 10 segundos. Era grande para a sua idade. Minhas meninas tinham medo dele.
Alugamos um apartamento em Michigan, no ano em que meu esposo concluiu um curso de pós-graduação, e Andy era um problema. Ele, sua mãe e irmãos moravam no apartamento abaixo do nosso. Sua mãe, sem um companheiro, lutava para manter seus meninos sob controle, e tenho certeza de que ela tentava fazer o seu melhor. Mas, uma tarde, eu a ouvi chamando seu menino que estava no quintal, com uma linguagem que faria um marinheiro ruborizar-se. Tive, naquele instante, uma ideia do que tornava Andy o garoto que ele era. E passei a olhá-lo de modo diferente depois daquilo.
Certa tarde, a mãe de Andy telefonou-me para dizer que tinha os produtos que eu havia encomendado. Eu lhe disse que desceria em seguida. Nossos apartamentos eram divididos da mesma forma. Depois de efetuar o pagamento e conversar por alguns minutos, espiei para dentro da cozinha. Ali estava Andy, com um grande garfo de dois dentes na mão, observando alguma coisa com borbulhas, fritando. "Sua mãe, com certeza , tem sorte por você ajudá-la na cozinha", disse eu para ele. "Eu sempre gosto quando minhas meninas me ajudam".
Um sorriso tomou conta do rosto dele. Então, espetando o garfo no óleo, ergueu um naco bem grande de carne. "Aqui", disse ele, "prove um pouco".
Eu era vegetariana fazia 25 anos, mas não quis ferir seus sentimentos. "Puxa! Isso parece estar bom!", disse eu. "Você conseguiu deixá-lo bonito e dourado." E era verdade. Ele havia feito um bom serviço. Pegando-o do garfo, coloquei-o cuidadosamente na boca, me despedi e corri para o andar de cima. Então, tirei a carne quente da boca e isso foi o fim da história. Bem, quase.
Andy estava na entrada do apartamento quando saí, na manhã seguinte. Deu-me um largo sorriso e segurou a porta aberta para mim. Agradeci, e seu sorriso ficou ainda maior. Depois disso, você já adivinhou. Andy e eu ficamos amigos.
O que fez a diferença? Você sabe, naturalmente. Foi porque o ajudei a se sentir bem consigo mesmo. Isso é algo que todos precisamos, não é mesmo?
Penny Estes Wheeler foi fundadora de uma revista para mulheres e é editora de livros na Review and Herald. Gosta de ler e viajar, e se encantou com o belo país Quênia. Ela e o esposo têm quatro filhos e dois netos.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Instrumentos de Deus
Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Mateus 5.4, NVI
Por Hannelore Gomez
Gosto de viajar, e, como geralmente viajo sozinha, isso me dá a oportunidade de conhecer pessoas muito interessantes. Mas, numa viagem específica, decidi que não me envolveria em conversas com nenhum outro passageiro. Queria simplesmente relaxar e dormir.
Depois de passar por longas filas nos balcões do check-in e da rotina nos procedimentos de segurança, finalmente entrei no avião e me acomodei, relaxando exatamente como planejara. Ao meu lado, sentou-se uma senhora de meia-idade. Ela parecia um pouco aflita e estava vestida de preto. Discretamente, olhei para ela e achei que não seria difícil seguir meu plano de descansar e não falar com ninguém no avião.
Depois de quatro horas de voo, o avião estava pronto para pousar. Fiquei contente porque o voo acabara e eu veria minha família em breve. Enquanto o avião taxiava na pista, olhei para minha companheira de assento outra vez e decidi perguntar-lhe porque estava fazendo aquela viagem.
Com a voz trêmula e muita tristeza no rosto, ela me contou que sua irmã e a família de seis pessoas haviam sofrido um acidente no dia anterior, e todos morreram. Ela estava indo para o funeral. Eu me senti pavorosamente culpada! Quão egoísta fui! Quantas palavras confortadoras poderia eu ter dito a ela em quatro horas? Como pude perder a oportunidade de falar-lhe sobre nosso amoroso Deus e seu amor pelos sofredores? Tentei dizer algumas palavras confortadoras, mas não fui bem-sucedida. Imediatamente elevei uma prece a Deus, pedindo ajuda para aquela pessoa desesperada que estava sofrendo. Também orei pedindo perdão - eu havia falhado.
Somos os instrumentos de Deus para alcançar e ajudar os outros de toda maneira possível. Ele coloca as pessoas em nosso caminho com um propósito. Permitamos que o Senhor faça a Sua obra por nosso intermédio.
"Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência." Colossenses 3.12
Querido Deus, quero ser Teu instrumento. Por favor, usa-me para ser uma bênção aos outros - e ajuda-me a estar pronta e disposta.
Hannelore Gomez, natural do Panamá, leciona espanhol no ensino médio, em Virgínia. Seus passatempos são ler e viajar.
Por Hannelore Gomez
Gosto de viajar, e, como geralmente viajo sozinha, isso me dá a oportunidade de conhecer pessoas muito interessantes. Mas, numa viagem específica, decidi que não me envolveria em conversas com nenhum outro passageiro. Queria simplesmente relaxar e dormir.
Depois de passar por longas filas nos balcões do check-in e da rotina nos procedimentos de segurança, finalmente entrei no avião e me acomodei, relaxando exatamente como planejara. Ao meu lado, sentou-se uma senhora de meia-idade. Ela parecia um pouco aflita e estava vestida de preto. Discretamente, olhei para ela e achei que não seria difícil seguir meu plano de descansar e não falar com ninguém no avião.
Depois de quatro horas de voo, o avião estava pronto para pousar. Fiquei contente porque o voo acabara e eu veria minha família em breve. Enquanto o avião taxiava na pista, olhei para minha companheira de assento outra vez e decidi perguntar-lhe porque estava fazendo aquela viagem.
Com a voz trêmula e muita tristeza no rosto, ela me contou que sua irmã e a família de seis pessoas haviam sofrido um acidente no dia anterior, e todos morreram. Ela estava indo para o funeral. Eu me senti pavorosamente culpada! Quão egoísta fui! Quantas palavras confortadoras poderia eu ter dito a ela em quatro horas? Como pude perder a oportunidade de falar-lhe sobre nosso amoroso Deus e seu amor pelos sofredores? Tentei dizer algumas palavras confortadoras, mas não fui bem-sucedida. Imediatamente elevei uma prece a Deus, pedindo ajuda para aquela pessoa desesperada que estava sofrendo. Também orei pedindo perdão - eu havia falhado.
Somos os instrumentos de Deus para alcançar e ajudar os outros de toda maneira possível. Ele coloca as pessoas em nosso caminho com um propósito. Permitamos que o Senhor faça a Sua obra por nosso intermédio.
"Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência." Colossenses 3.12
Querido Deus, quero ser Teu instrumento. Por favor, usa-me para ser uma bênção aos outros - e ajuda-me a estar pronta e disposta.
Hannelore Gomez, natural do Panamá, leciona espanhol no ensino médio, em Virgínia. Seus passatempos são ler e viajar.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Envelhecendo graciosamente
O próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir. Marcos 10.45
Entrego refeições a pessoas idosas ou deficientes. As refeições são preparadas por voluntários. Muitas vezes fico admirado com o altruísmo e a determinação dessas pessoas. Muitas delas revelam os movimentos lentos e doloridos resultantes da idade e de ferimentos. Alguns dos voluntários provavelmente se qualificariam para receber essas refeições entregues em domicílio. Ninguém as criticaria se preferissem o conforto de suas próprias salas de estar às exigências do trabalho não remunerado. Mas elas optam "não por ser servidas, mas por servir", e, ao fazer isso refletem a presença e o amor de Jesus Cristo.
Lembro-me de que envelhecer não significa que devemos abandonar nossos propósitos na vida. Com a graça de Deus, podemos continuar a servir-nos uns aos outros. Fazemos isso por meio da ação e da oração e declarando o poder e o amor de Deus por todas as gerações. Podemos viver com alegria e esperança, servindo aos outros, e na plena confiança de que Jesus preparou um lar perfeito e eterno para nós.
Oração: "Senhor, graças pelo dom da vida, tanto a temporal como a eterna. Ajuda-nos a servir-Te pelo serviço aos outros."
Pensamento para o dia: "O chamado de Cristo a servir é irresistível."
Oremos pelas pessoas que estão enfrentando os desafios do envelhecimento.
Leia e medite em: Mateus 6.9-13; Salmo 71.13-19 e 1 Coríntios 15
Por: Robert Boertien (Oregon, EUA)
Entrego refeições a pessoas idosas ou deficientes. As refeições são preparadas por voluntários. Muitas vezes fico admirado com o altruísmo e a determinação dessas pessoas. Muitas delas revelam os movimentos lentos e doloridos resultantes da idade e de ferimentos. Alguns dos voluntários provavelmente se qualificariam para receber essas refeições entregues em domicílio. Ninguém as criticaria se preferissem o conforto de suas próprias salas de estar às exigências do trabalho não remunerado. Mas elas optam "não por ser servidas, mas por servir", e, ao fazer isso refletem a presença e o amor de Jesus Cristo.
Lembro-me de que envelhecer não significa que devemos abandonar nossos propósitos na vida. Com a graça de Deus, podemos continuar a servir-nos uns aos outros. Fazemos isso por meio da ação e da oração e declarando o poder e o amor de Deus por todas as gerações. Podemos viver com alegria e esperança, servindo aos outros, e na plena confiança de que Jesus preparou um lar perfeito e eterno para nós.
Oração: "Senhor, graças pelo dom da vida, tanto a temporal como a eterna. Ajuda-nos a servir-Te pelo serviço aos outros."
Pensamento para o dia: "O chamado de Cristo a servir é irresistível."
Oremos pelas pessoas que estão enfrentando os desafios do envelhecimento.
Leia e medite em: Mateus 6.9-13; Salmo 71.13-19 e 1 Coríntios 15
Por: Robert Boertien (Oregon, EUA)
Acolher
Por: Luciano Manga
Vivemos em um sistema de injustiças e iniqüidades onde a cada dia que passa, as pessoas se tornam mais egoístas, individualistas, isoladas e presas a um consumo doentio. Não amo esse mundo, mas o mundo que amo é a criação.
Como podemos virar a mesa e viver diferente?
Nos tornando seres humanos acolhedores. Fazendo com que as pessoas se sintam melhores, dando atenção aos que não recebem atenção, ir ao encontro do outro, valorizando a sensibilidade e a percepção.
Trate o outro com respeito e cortesia, tente diminuir o tom da sua voz, fale e oriente sempre em voz baixa, escute com afeto, valorize a experiência do outro e se abra para ajudá-lo(a) na sua busca. Não julgue, não condene, não imponha. Acolha.
Tenha sempre uma conduta exterior responsiva para com as necessidades do outro. Acolha com amor e dedicação. Não se esqueça que pequenos gestos falam mais que pregações e discursos inflamados.
“Acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a gloria do Pai”- Romanos 15:7
Vivemos em um sistema de injustiças e iniqüidades onde a cada dia que passa, as pessoas se tornam mais egoístas, individualistas, isoladas e presas a um consumo doentio. Não amo esse mundo, mas o mundo que amo é a criação.
Como podemos virar a mesa e viver diferente?
Nos tornando seres humanos acolhedores. Fazendo com que as pessoas se sintam melhores, dando atenção aos que não recebem atenção, ir ao encontro do outro, valorizando a sensibilidade e a percepção.
Trate o outro com respeito e cortesia, tente diminuir o tom da sua voz, fale e oriente sempre em voz baixa, escute com afeto, valorize a experiência do outro e se abra para ajudá-lo(a) na sua busca. Não julgue, não condene, não imponha. Acolha.
Tenha sempre uma conduta exterior responsiva para com as necessidades do outro. Acolha com amor e dedicação. Não se esqueça que pequenos gestos falam mais que pregações e discursos inflamados.
“Acolhei-vos uns aos outros, como Cristo nos acolheu para a gloria do Pai”- Romanos 15:7
Amor sem limites
Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Mesmo que isso aconteça, Eu porém jamais me esquecerei de você! (Isaías 49.15)
Por: Patrícia C de Almeida Santos
Há algum tempo atrás meu esposo e eu morávamos numa casa com um lindo e espaçoso quintal, um belo gramado e uma frondosa árvore de manga na frente da propriedade. No quintal, uma coruja buraqueira fez seu ninho. Ela recebeu esse nome porque cava um buraco no chão e ali deposita os ovos.
Da janela da cozinha, eu podia observar diariamente a coruja. Ela permanecia imóvel, não saindo nunca da entrada da toca, guardando sempre seu precioso legado. Todos os dias era a mesma coisa. Quando meu filho, cautelosamente, tentou aproximar-se para ver os ovos, a mamãe coruja estava preparada para atacar, abrindo as asas e agindo ameaçadoramente. Às vezes, ela voava para demonstrar o que aconteceria se ele chegasse mais perto.
Uma vez, vi algo que me impressionou quanto ao cuidado da corujinha para com sua ninhada. Era o fim da tarde.Chovera bastante e havia ventos fortes. Essa mãe zelosa, um pouquinho ao lado, abrigada sob o ramo de um arbusto, permaneceu fiel e observadora, sempre olhando para a toca. Imediatamente me lembrei do cuidado de Deus por nós, Seus filhos.
Com amor, Ele vigia por nós constantemente, e está sempre pronto a nos defender quando o inimigo tenta atacar. Nas tormentas e adversidades da vida, Ele continua conosco - firme, atento, embora não possamos vê-lo. Nessas horas, podemos achar que Ele nos abandonou, mas, na verdade, assim como aquela mãe cuidadosa, Ele fica sempre muito próximo, prestando atenção em cada passo que damos, sempre pronto a auxiliar.
Olhando para aquela corujinha e pensando em sua devoção para com os filhotes, pensei no meu filho que dormia naquele momento e no quanto eu o amo. Não me esqueço dele nem por um minuto. As palavras de Isaías 49.15, acerca do cuidado e amor de Deus me confortam o coração: "Embora ela (a mãe, eu, a corujinha, ou seja quem for) possa esquecê-lo, Eu não me esquecerei de você!" É muito bom sermos filhos amados do Senhor!
Por: Patrícia C de Almeida Santos
Há algum tempo atrás meu esposo e eu morávamos numa casa com um lindo e espaçoso quintal, um belo gramado e uma frondosa árvore de manga na frente da propriedade. No quintal, uma coruja buraqueira fez seu ninho. Ela recebeu esse nome porque cava um buraco no chão e ali deposita os ovos.
Da janela da cozinha, eu podia observar diariamente a coruja. Ela permanecia imóvel, não saindo nunca da entrada da toca, guardando sempre seu precioso legado. Todos os dias era a mesma coisa. Quando meu filho, cautelosamente, tentou aproximar-se para ver os ovos, a mamãe coruja estava preparada para atacar, abrindo as asas e agindo ameaçadoramente. Às vezes, ela voava para demonstrar o que aconteceria se ele chegasse mais perto.
Uma vez, vi algo que me impressionou quanto ao cuidado da corujinha para com sua ninhada. Era o fim da tarde.Chovera bastante e havia ventos fortes. Essa mãe zelosa, um pouquinho ao lado, abrigada sob o ramo de um arbusto, permaneceu fiel e observadora, sempre olhando para a toca. Imediatamente me lembrei do cuidado de Deus por nós, Seus filhos.
Com amor, Ele vigia por nós constantemente, e está sempre pronto a nos defender quando o inimigo tenta atacar. Nas tormentas e adversidades da vida, Ele continua conosco - firme, atento, embora não possamos vê-lo. Nessas horas, podemos achar que Ele nos abandonou, mas, na verdade, assim como aquela mãe cuidadosa, Ele fica sempre muito próximo, prestando atenção em cada passo que damos, sempre pronto a auxiliar.
Olhando para aquela corujinha e pensando em sua devoção para com os filhotes, pensei no meu filho que dormia naquele momento e no quanto eu o amo. Não me esqueço dele nem por um minuto. As palavras de Isaías 49.15, acerca do cuidado e amor de Deus me confortam o coração: "Embora ela (a mãe, eu, a corujinha, ou seja quem for) possa esquecê-lo, Eu não me esquecerei de você!" É muito bom sermos filhos amados do Senhor!
terça-feira, 19 de agosto de 2014
As Rosas
"Eu sou a rosa de Saron, o lírio dos vales". Cantares 2.1
Tamara Brown
Recentemente, meu esposo e eu comemoramos nosso vigésimo aniversário de casamento. Esses anos não foram um mar de rosas. Por outro lado, talvez tenha sido assim porque as rosas vêm com beleza e com espinhos. A experiência tem sido bela e também dolorosa. Já enfrentamos muitas provas juntos, mas posso dizer, verdadeiramente, que os bons tempos excedem os maus.
Temos vencido obstáculos e adversidades. Temos sido desafiados e levados para além da nossa zona de conforto. Já nos metemos em problemas por causa de más escolhas, mas ainda estamos em pé, pela graça de Deus. Temos lidado com doenças, infidelidade, dívidas, vícios e maldições hereditárias; esses são os espinhos da vida.
Ao longo dos anos, temos ficado mais próximos, mais velhos, mais fortes e mais sábios. Podemos amar e perdoar mais prontamente, porque temos sido amados e perdoados por Deus. Antes, eu sabia algo a respeito de Deus, mas não o conhecia intimamente. Ouvia dizer que Ele era um Deus misericordioso, mas agora sei por experiência, que Ele se deleita na misericórdia. Ele me concedeu misericórdia e graça, apesar de meus defeitos de caráter. Um de meus textos favoritos é 1 João 1.9, porque é uma promessa que oferece esperança: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." Quando estamos sendo purificados ou podados, não nos sentimos à vontade, mas Deus conhece as coisas que jazem dormentes lá dentro e que necessitam de poda ou remoção. Ele sabe quando nós, como a rosa, precisamos ser podados, e sabe exatamente como fazê-lo.
Se você e seu esposo estiverem passando pelo processo de poda, sejam pacientes e orem. Que dizer do processo de crescimento? Você e seu esposo estão crescendo próximos um do outro, ou afastados? Que dizer do processo de cura? Podem amar, ainda que a vibração não exista mais? Podem cancelar a dívida e perdoar, mesmo quando foram magoados? Se vocês estão lutando em seu casamento, não desistam, e não se esqueçam de parar e cheirar as rosas.
Esses princípios aplicam-se a qualquer relacionamento, com outros membros da família também.
"Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros, Perdoem como o Senhor lhes perdoou." (Colossenses 3.12,13).
Vivam, cresçam e floresçam em Jesus.
Tamara Brown é natural de Ohio, mas mora no Tennessee, EUA. Ela e Robert estão casados há 21 anos e têm um filho.
Tamara Brown
Recentemente, meu esposo e eu comemoramos nosso vigésimo aniversário de casamento. Esses anos não foram um mar de rosas. Por outro lado, talvez tenha sido assim porque as rosas vêm com beleza e com espinhos. A experiência tem sido bela e também dolorosa. Já enfrentamos muitas provas juntos, mas posso dizer, verdadeiramente, que os bons tempos excedem os maus.
Temos vencido obstáculos e adversidades. Temos sido desafiados e levados para além da nossa zona de conforto. Já nos metemos em problemas por causa de más escolhas, mas ainda estamos em pé, pela graça de Deus. Temos lidado com doenças, infidelidade, dívidas, vícios e maldições hereditárias; esses são os espinhos da vida.
Ao longo dos anos, temos ficado mais próximos, mais velhos, mais fortes e mais sábios. Podemos amar e perdoar mais prontamente, porque temos sido amados e perdoados por Deus. Antes, eu sabia algo a respeito de Deus, mas não o conhecia intimamente. Ouvia dizer que Ele era um Deus misericordioso, mas agora sei por experiência, que Ele se deleita na misericórdia. Ele me concedeu misericórdia e graça, apesar de meus defeitos de caráter. Um de meus textos favoritos é 1 João 1.9, porque é uma promessa que oferece esperança: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." Quando estamos sendo purificados ou podados, não nos sentimos à vontade, mas Deus conhece as coisas que jazem dormentes lá dentro e que necessitam de poda ou remoção. Ele sabe quando nós, como a rosa, precisamos ser podados, e sabe exatamente como fazê-lo.
Se você e seu esposo estiverem passando pelo processo de poda, sejam pacientes e orem. Que dizer do processo de crescimento? Você e seu esposo estão crescendo próximos um do outro, ou afastados? Que dizer do processo de cura? Podem amar, ainda que a vibração não exista mais? Podem cancelar a dívida e perdoar, mesmo quando foram magoados? Se vocês estão lutando em seu casamento, não desistam, e não se esqueçam de parar e cheirar as rosas.
Esses princípios aplicam-se a qualquer relacionamento, com outros membros da família também.
"Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros, Perdoem como o Senhor lhes perdoou." (Colossenses 3.12,13).
Vivam, cresçam e floresçam em Jesus.
Tamara Brown é natural de Ohio, mas mora no Tennessee, EUA. Ela e Robert estão casados há 21 anos e têm um filho.
Assinar:
Postagens (Atom)



.jpg)





