sábado, 12 de fevereiro de 2011

Ignorância, Preconceito e Injustiça


Em 1860, o cientista e químico Louis Pasteur , voltou-se para um grave problema que alarmava a França: mais de 20.000 mulheres estavam morrendo anualmente durante o parto, e muitas das crianças morriam por infecção. Estudando e desenvolvendo a sua Teoria dos Germes, ele recomenda a esterilização dos materiais médicos e o máximo de higiene por parte dos doutores, o que evitaria as infecções. Mas a Academia não lhe dá ouvidos, e até mesmo o imperador ordena o seu silêncio.   
Dez anos depois, precisando de dinheiro para pagar as dívidas da guerra, o governo descobre que os rebanhos estão morrendo pelo ataque do vírus Anthrax em quase todas as localidades do país, menos na pequena cidade de Arbois: Pasteur estava vacinando as ovelhas. Novamente, seu trabalho é desmoralizado. Quando Pasteur é absolvido de suas acusações, seus trabalhos se voltam para a hidrofobia.
Finalmente, os russos percebem a genialidade do cientista e as conquistas médicas atingidas por Pasteur, e somente então a França reconhece e honra seus trabalhos...



> Umas das maiores contribuições de Pasteur para a Medicina foi a descoberta da vacina
contra a raiva; 
uma data histórica é 5 de junho de 1885, quando Pasteur vacinou e salvou a vida de Joseph Meister, 
um menino de nove anos que havia sido mordido por um cão raivoso.



> Em 1888, foi inaugurado o Instituto Pasteur de Paris, que logo teria similares no mundo inteiro, para o incentivo ao estudo da Microbiologia.


> Apesar de todas as suas descobertas, que levaram a grandes lucros às empresas e ao Estado francês, Pasteur levou uma vida simples dedicada ao estudo e à família, que sustentava com o salário de professor e uma modesta pensão do governo. 




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Sobre Oswaldo Cruz e a Revolta da Vacina

"Tiros, gritaria, engarrafamento de trânsito, comércio fechado, transporte público assaltado e queimado, lampiões quebrados à pedradas, destruição de fachadas dos edifícios públicos e privados, árvores derrubadas: o povo do Rio de Janeiro se revolta contra o projeto de vacinação obrigatório proposto pelo sanitarista Oswaldo Cruz" (Gazeta de Notícias, 14 de novembro de 1904).

Oswaldo Cruz foi um cientista, médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista brasileiro.
Foi o pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil. Fundou em 1900 o Instituto Soroterápico Nacional no bairro de Manguinhos, no Rio de Janeiro, transformado em Instituto Oswaldo Cruz, respeitado internacionalmente.

Diretor-geral da Saúde Pública (1903), nomeado por José Joaquim Seabra, Ministro da Justiça, e pelo Presidente Rodrigues Alves, coordenou as campanhas de erradicação da febre amarela e da varíola, no Rio de Janeiro. A nomeação foi uma surpresa geral. Organizou os batalhões de "mata-mosquitos", encarregados de eliminar os focos dos insetos transmissores. Convenceu Rodrigues Alves a decretar a vacinação obrigatória, o que provocou a rebelião de populares e da Escola Militar (1904), o que ficou conhecido como Revolta da Vacina. A cidade era uma das mais sujas do mundo, pois dos boletins sanitários da época se lê que a Saúde Pública em um mês vistoriou 14.772 prédios, extinguiu 2.328 focos de larvas, limpou 2.091 calhas e telhados, 17.744 ralos e 28.200 tinas. Lavou 11.550 caixas automáticas e registos, 3.370 caixas d´água, 173 sarjetas, retirando 6.559 baldes de lixo e dos quintais de casas e terrenos 36 carroças de lixo, gastando 1.901 litros de petróleo (são dados do livro de Sales Guerra). Houve um momento em que foi apontado como «inimigo do povo», nos jornais, nos discursos da Câmara e do Senado, nas caricaturas e nas modinhas de Carnaval. Houve uma revolta, tristemente célebre como a revolta do «quebra-lampeão», em que todos foram quebrados pela fúria de fanáticos e ignorantes.
Fonte: Wikipédia - A enciclopédia Livre


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Meditando sobre esses acontecimentos na vida de Loius Pasteur e Oswaldo Cruz, vejo o quanto a ignorância e o preconceito são danosos e muitas vezes levam à injustiça. Também a  Bíblia e seus seguidores  sofrem com preconceito devido a ignorância de muitas pessoas. Infelizmente, o contrário também acontece. Pessoas que dizem crêr na Bíblia, muitas vezes são preconceituosas e até injustas.
A falta de conhecimento, leva as pessoas fazerem julgamentos errados a respeito de muitas coisas: principalmente coisas relativas à Bíblia e a fé. Mas, Jesus disse: "Examinai as Escrituras... "  ele  também sempre encorajava as pessoas a irem a Ele para receberem vida abundante. Se você já conhece a Palavra de Deus e o Deus da  Palavra, parabéns! Se ainda não, pelo menos tente conhecer um  pouco mais da Bíblia, antes de fazer julgamentos errôneos e preconceituosos. Você pode conhecer um pouco mais sobre ela e sua influência para nós hoje.
Continuarei  falando a respeito de Deus  e a Bíblia nas próximas postagens. 
Até lá!
Graça e Paz!
Josy













sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A história de Louis Pasteur - Um homem de Deus

Louis Pasteur mudou a nossa vida.
Cada descoberta no conjunto dos trabalhos de Pasteur representa um elo de uma corrente que não se interrompeu, iniciando pela assimetria e terminando pela vacina anti-rábica.
Louis Pasteur nasceu em 27 de dezembro de 1822, na França. Suas descobertas tiveram um impacto muito grande na medicina, seus trabalhos tornaram-se o início do que chamamos de microbiologia. Sua Teoria Germinal das doenças infecciosas diz que a maioria das doenças infecciosas são causadas por germes, sendo uma das mais importantes na história da medicina. Segundo Pasteur, era necessário estudar e identificar cada micróbio responsável por cada doença infecciosa, pois somente assim seria possível desenvolver métodos e técnicas para combater este agente infeccioso.
Em 1847, o jovem químico com apenas com 26 anos de idade realizou seu primeiro trabalho que já revolucionou o que hoje conhecemos por estereoquímica, ao estabelecer relações entre a cristalografia, a química e a óptica falando sobre assimetria molecular.
Pasteur já se destacava por seus trabalhos quando foi incumbido de examinar o porquê da contaminação do álcool durante o processo de fermentação. Foi assim que demonstrou que cada tipo de fermentação está relacionado com a existência de um microorganismo ou fermento específico, um ser vivo que poderia ser estudado por meio do cultivo em um meio de cultura apropriado.
“A fermentação é uma conseqüência da vida sem oxigênio” foi uma afirmação de Pasteur, durante seus trabalhos em que descobriu que seres vivos podem viver por processos anaeróbicos, onde não necessitam de oxigênio para sobreviver, e por este caminho, estudando os germes, descobriu a causa de muitas infecções. Assim foi possível desenvolver técnicas que eliminariam micróbios sendo possível controlar as contaminações. O próprio Pasteur se engajou em uma campanha para que os médicos dos hospitais militares fervessem seus instrumentos e bandagens que seriam utilizados em procedimentos cirúrgicos.
Mais de uma vez Pasteur foi solicitado para investigar as “doenças” que atacavam os vinhos e que estavam causando enormes prejuízos aos fabricantes. Fruto destes estudos, ele sugere que para combater este problema causado por microorganismos, o vinho deveria ser aquecido a 55 0C por alguns minutos para destruir estes microorganismos. Este processo foi também aplicado na cerveja e no leite e denominado pasteurização em sua homenagem, processo este utilizado até hoje e que se propagou pelo mundo todo.
Pasteur em seu laboratório
Em 1865, Pasteur iniciou um estudo sobre a doença do bicho da seda que estava dando prejuízos aos fabricantes de seda na França. Neste estudo ele descobriu o agente infeccioso e também a maneira como este agente era transmitido e inclusive como prevenir. Dando prosseguimento aos trabalhos sobre fermentação, ele confirmou que cada doença é causada por um micróbio específico e que estes micróbios eram agentes externos. Com esses conhecimentos Pasteur foi capaz de estabelecer as noções básicas de esterilização e assepsia, com conseqüências na prevenção de contaminações e infecções na cirurgia e obstetrícia.
Cada vez mais engajado em pesquisas de doenças infecciosas, entre 1877e 1887 Pasteur descobriu três bactérias responsáveis por doenças nos homens: estafilococos, estreptococos e pneumococos.
Pasteur descobriu que formas fracas de micróbios poderiam ser usadas como agente imunizante contra uma forma mais virulenta deste micróbio, o que resultou nas técnicas de vacinação como forma de prevenção de doenças. Outra contribuição muito importante dada por Pasteur, foi a descoberta do agente transmissor da raiva que na época não podia ser visto no microscópio mostrando assim o mundo dos vírus.
Em março de 1886, Pasteur apresentou os resultados para o tratamento da raiva na Academia de Ciências Francesa e foi então convidado a criar um centro para produção de vacina anti-rábica. Foi construído o Instituto Pasteur, idealizado para ser um centro de tratamento da raiva, de doenças infecciosas e educação.
O trabalho de Pasteur não foi somente a soma de seus estudos e descobertas. Este trabalho representou uma revolução na metodologia científica. As principais características que marcaram o seu legado e ficaram de herança para a Ciência foram a liberdade de pensamento na utilização da imaginação e criatividade e a necessidade de uma experimentação rigorosa. Pasteur dizia que “Não prossiga em seus trabalhos se você não pode prová-los com a experimentação”.
 Todo seu trabalho foi desenvolvido com o intuito de melhorar a condição humana. Ele é tido como um benfeitor da Humanidade, pois seus esforços mudaram o mundo, por isso é um dos mais reconhecidos cientistas da história.
Sua genialidade estava em sua habilidade de estudar e aprender com o conhecimento existente e estabelecer relações com suas hipóteses, com paciência e muita dedicação. Com seus experimentos rigorosos, ele brilhantemente encontrou as respostas para seus questionamentos.
Agnaldo Arroio - Faculdade de Educação - USP
              

                    Histórias de Louis Pasteur:


Fato ocorrido em 1892. Um senhor de uns 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no Evangelho de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

- Sim, mas não é um livro de crendices é a Palavra de Deus. Estou errado?

- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal.. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia 
da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur - Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França. 

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Certa manhã, o cientista Louis Pasteur encontrava-se de mãos postas sobre sua mesa de estudos, dedos alinhados e cabeça reclinada. Assim esteve o renomado sábio durante algum tempo, observado por um estudante, até que de novo ergueu a cabeça, e dirigiu-se a um pequeno microscópio.
-- Pensei que o senhor estivesse orando...
-- Sim, estava, disse Pasteur. Estava dizendo coisas lindas a Deus, e ouvia, ao mesmo tempo, verdades ainda mais belas, conforme as obras de Deus nos revelam.

A história acima nos mostra como um dos maiores cientistas que o mundo já conheceu, em meio a tantos e tão altos afazeres científicos, sentia anseios por Deus e por ter comunhão com Ele, a ponto de interromper seu trabalho.
Não importando que pedestais da glória o homem alcance, ele ainda é um vaso de barro criado por Deus para O conter e O glorificar... e seu coração anela pelo Criador!
Pasteur fez menção de como ouvia lindas coisas de Deus conforme revelavam suas obras, provavelmente porque via tanta manifestação de Deus nas maravilhas da natureza que pesquisava. Assim, ele conversava com Deus, e a cada dia, conhecia mais a Deus.

Que nós também possamos ter um coração disposto a buscar comunhão com o Deus vivo. O terno Criador nos fez para Si e de muitas maneiras anseia por se revelar a nós e ter comunhão conosco.

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Me perdoa? Te perdoo





Perdoar alivia, diminui o sofrimento e melhora a qualidade de vida. 
Perdoar é caminhar através da dor. 
É aprender a conviver com o imperfeito e aceitar o outro como ele é: 
ser humano, não divino; alguém que pode pisar na bola. 
Para perdoar é fundamental enxergar o outro como um todo. 
É preciso separar o erro que foi cometido daquilo que é maior naquela pessoa. 
Ele cometeu um erro, mas não é o erro. 
A capacidade de perdoar não é um talento nato. É uma coisa que se desenvolve ao longo da vida.
Quanto mais madura a pessoa é, mais capacidade ela tem de perdoar. 

As pessoas amadurecidas toleram mais, entendem mais o que é um relacionamento, 
o que pode esperar da outra pessoa. 
É preciso se exercitar para manter a capacidade de perdoar. 
O perdão é importante para o bem-estar mental...
e tem a ver com qualidade de vida, com estabilidade emocional. 
Existem passos para se chegar ao perdão... 
E um dos exercícios mais importantes é se colocar no lugar do outro. 

Luiz Cuschnir – Psicoterapeuta





Sobre o Perdão

Conta-se que dois cristãos muitos amigos um dia discutiram muito, a ponto de se separarem bastante irados.
Aconteceu, porém, que um deles, horas mais tarde, lembrou-se dessa passagem bíblica: "Não se ponha o sol sobre a vossa ira"... e dispôs-se então a ir reconciliar-se com seu irmão no Senhor.
-- Está por pôr-se  o sol. Vim aqui para que nos reconciliemos, disse o amigo.
Então, entre perplexo e comovido o outro dos companheiros, a quem o apelo de reconciliação se dirigia, lembrou-se das palavras de Efésios 4:26, vindo a compreender a iniciativa de seu amigo. E, com muita alegria e ternura, disse:
--Entre, meu irmão, entre logo.
Pois bem: como no caso citado acima, tratemos em cada dia os desentendimentos, que por ventura tenhamos, com Deus e com os homens. Dentro dos limites de cada dia, sem jamais ultrapassar, devemos recompor nosso coração de todo ressentimento.


(Adaptado de "Pão de Cada Dia")


"Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados". Lucas  6:37


"... se porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco o Pai Celeste vos perdoará as vossas ofensas". Mateus 6:15


"...assim disse o Senhor: ... mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão"  Zacarias 7:9


O coração que não perdoa, não se acerta com Deus, pois está cheio de amargura e vingança.


Josy

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Borboleta - ( Foi Deus quem fez esse bichinho! )

Como esquecer de um Deus assim?

Deus não pensa como pensa o homem

Teus Altares

Meu Respirar

O Tempo - Oficina G3

Incomparável És

Confiarei

Preciosa Graça

Amazing Grace